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01 outubro 2016

QAGI? Review: "The Altar", a metamorfose de Banks!

Por em 1.10.16

Para um apreciador da boa e velha música pop, nada é mais gratificante que acompanhar a evolução de um(a) artista. Nada mais prazeroso que dar o play em um novo trabalho e perceber, ali, uma mudança de direção.

Eu sou um desses admiradores dos artistas inconstantes, imprevisíveis e surpreendentes. Hoje venho ao queridíssimo QAGI? dar uma palha do meu amor pela sensacional Banks, que acaba de lançar seu novo trabalho de estúdio.

Jillian Banks, que optou por ocultar o primeiro nome em sua identidade artística, é uma californiana de 28 anos, que há pouco mais de três - após ter em mãos seu diploma de Psicologia - despontou nos portais de música alternativa e serviços de streaming - especialmente o Soundcloud.

Por que é relevante mencionar que Banks se formou em Psicologia? Porque, qualquer um que se dedicar a ouvir algumas de suas canções mais de uma vez (prestando atenção na letra, vai), perceberá imediatamente que cada frase escrita pela norte-americana carrega uma carga pesadíssima de conflito psicológico.

Mas sobre o que ela canta então? Doenças mentais? Bem, quase isso. Banks surgiu se mostrando uma jovem perturbada por problemas afetivos, que analisa cada briga clinicamente, falando de “cérebro” (Brain, uma das minhas músicas favoritas), “daddy issues” (em Change) e por aí vai.

Com todo esse apelo, fica claro como água que a moça é analítica ao extremo - característica comum a todos nós, ansiosos clínicos. Com seu R&B eletrônico, enriquecido com sintetizadores pesados e forte tendência trip hop, a cantora encanta por tocar profundamente o consciente de quem a escuta. Banks é música para pensar, repensar, compreender; música para o cérebro.

E por que eu comecei o texto falando sobre metamorfose artística? Bem, expliquemos. Desde que despontou no cenário musical independente, em seu primeiro trabalho - o impecável Goddess, que contou com a produção de nomes como SOHN e Totally Enormous Extinct Dinosaurs -, Jillian Banks sempre se expôs como uma pessoa extremamente introspectiva, a ponto de aparecer nos clipes escondendo metade da face, o que conferiu a ela um ar de mistério e drama fantásticos.

O segundo álbum (que acaba de ser lançado), no entanto, traz uma Banks totalmente aberta, estranha, obscura e fascinante. The Altar, que vem com mais faixas e reflexões ainda mais pesadas, narra conflitos mais intrínsecos e uma visão mais realista. 



A tracklist se inicia pela - já lançada e ótima - Gemini Feed, que conta o passado deprimente com um ex passivo-agressivo (que pode ser facilmente relacionado com o namorado abusivo descrito em Goddess) e dá início a uma série de faixas autobiográficas que perpassam a superação da cantora após esse relacionamento conturbado.



Ainda não deu tempo de ouvir cada faixa com cuidado, mas por alto posso indicar as citadas anteriores Gemini Feed, Fuck With Myself, a animada Trainwreck (que vem com gostinho de hit) e a surpreendente 27 hours, que fecha o álbum.

Como todo artista pop respeitável, Banks está se renovando e deixando a “concha” para mostrar uma persona mais destemida e honesta com seus próprios sentimentos e conflitos. Vale a pena ouvir track by track!
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28 junho 2016

QAGI? Review: O álbum mais maduro, equilibrado e de solos bem distribuídos do Fifth Harmony, "7/27"!

Por em 28.6.16


Não dá pra negar que o 7/27 é o álbum mais maduro das meninas, com solos bem distribuídos, e musicas para todas as ocasiões. Acredito que "equilíbrio" seja a palavra certa. Como eu acompanho elas desde a primeira audição, solo, de cada uma, quando o assunto é Fifth Hamony, eu uso logo aquela frase "AMO, e vou defender!". Aliás, uso essa frase quando se trata de algum artista que eu realmente acompanhei desde o inicio. No caso delas, eu não preciso nem resgatar no youtube pra lembrar da primeira audição de cada uma e qual ou quais vozes me marcaram.  Caso você não acompanhou elas no início, ainda no reality, aqui vai uma rápida retrospectiva. Caso você já saiba e/ou tenha ouvido os outros álbuns delas, pode pular pro 7/27 la embaixo.

Em 2012 as 5 cantoras, Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah, Lauren Jauregui e Normani, participaram da audição do programa The X Factor, como cantoras solo. Em meio as seleções, foram eliminadas e posteriormente, ganharam uma segunda chance, onde caíram na categoria "Grupo". Foram para a final do programa, mas ficaram em 3º lugar. O que não quer dizer muita coisa, né gente? Tendo em vista que o 1º lugar, Tate Stevens, ninguém sabe por onde anda. E o 2º lugar, Carly Rose Sonenclar, tá aí terminando os estudos, saindo com as amigas e estudando música aqui e ali (e só sei disso porque sigo ela no instagram, pq noticia dela não sai haha). Ela não investiu na carreira. Ainda. Porque acho que é só questão de tempo (e maioridade). Anyway. As meninas assinaram contrato com a Syco Music, que pertence ao Simon Cowell, e com a Epic Records, gravadora de L.A. Reid. E as duas gravadoras fazem parte da família Sony Music.

Com o fim do programa em janeiro de 2013, as meninas começaram a fazer cover's dos mais variados artistas e liberaram os mesmos em uma conta no youtube. Até participaram do EP da Banda Boyce Avenue, Cover Collaborations, Volume 2, onde cantaram covers de "Mirrors" do Justin Timberlake e "When I Was Your Man" do Bruno Mars. Então, no 2º semestre do mesmo ano, ela lançaram o single "Miss Movin' On", o 1º do EP Better Together. Esse EP, teve várias versões: Better Together, Better Together Acústico, Juntos (em espanhol), Juntos Acústico e Better Together versão remix. UFA!

O próximo single veio a ser o "Me & My Girls", que não fazia parte o EP. Que aliás, ao ouvir o EP e o novo single, a impressão era ouvir uma Girlband Teen. O que de certa forma era o certo, já que a faixa etária das meninas era 15 a 17 anos, né? Depois veio a pegajosa "BO$$", que seria o 1º single do primeiro Álbum: Reflection. Na sequência, o 2º single veio bem pegajoso e dançante, com "Sledgehammer" e o 3º single, a maravilhosa "Worth It". 

Com esses 3 singles, a gente já nota uma evolução do EP para o primeiro Álbum. As músicas são mais dançantes, bem produzidas e as letras fazem mais sentido. Sem falar nas danças, onde as meninas começam a se comportar como um Girlband, com danças coreografadas e tudo. Mas se você ouvir tanto o EP, quanto o Reflection, você vai notar algo: algumas cantam bem mais que outras. Ou algumas, tem quase 0 de solo. 



Não me leve a mal. Não querendo colocar a minha ou as minhas preferidas em destaque, mas acho que é super justo dar o mesmo peso para as 5, principalmente porque as 5 são cantoras solo. E cada uma, de fato, tem excelente voz. Diferente da maioria das Boyband's e Girlband's formadas ao longo dos anos/décadas. Nesse grupo, cada uma consegue sustentar lindamente uma música solo do começo ao fim e arrancar aplausos. Não dá pra negar. Apenas aceitar.

O Reflection teve boas colaborações, como Kid Ink, Tyga e Meghan Trainor. Sem falar de ótimos produtores assumindo as músicas do álbum. Um tempo após o lançamento, saíram algumas músicas que ficaram de fora. O famosos "caiu na rede". Boas, também! Eu gosto de "Young and Beautiful", por exemplo =) Tem outras, mas não lembro agora. Fato é que no Reflection já dava pra meio que saber a "pegada" das meninas. Mas vamos finalmente focar no novo álbum, o 7/27.

Eu dificilmente gosto de um novo álbum na primeira audição. Geralmente preciso ouvir 3x, e com atenção as letras e melodia, para poder dizer se gostei ou não. E foi assim com o 7/27. Eu tava tão ansiosa por esse álbum, que assim que saiu e eu ouvi... Meio que rolou uma decepção. Aí ouvi a segunda vez, e na terceira foi: MEU DEUS! Todas tem suas partes solos bem distribuídas em todas as músicas (apesar de ter lido por aí, que a Dinah quase não canta - os fãs dela estavam reclamando). A Dinah, aliás, está com a voz ainda mais bonita e madura. Mais diva que antes!

Eu achei as vozes muito bem distribuídas. Mas você só vai notar isso se você realmente conhecer a voz de cada uma. Se não, você vai se confundir legal. Porque eu tive a impressão que a maioria tá com a voz ainda mais bonita e madura. Em um programa de rádio, para divulgação do lançamento do álbum, as meninas foram questionadas sobre como é a escolha de quem cata qual parte da música, e Lauren respondeu que "a escolha sobre quem canta que parte fica com os produtores, pra evitar qualquer tipo de egocentrismo"

O álbum tem tantas músicas bem produzidas, que dá facilmente pra fazer a Swift e escolher todas as músicas como single's hahaha. Vem ver!


"That's My Girl" - pra cantar com as amigas, pulando... sabe? Fala sobre a força que a mulher pra superar, conseguir o que quer ou dar a volta por cima. 

"Work From Home" - aqui a coisa começa a ficar sexy. As meninas coreografam e tem uma das letras mais provocativas. Se liga: Vou fazer você sentir como se tivesse de féris / a cama será como um oceano / Não precisamos de ninguém, só preciso do seu corpo / Nada além dos lençóis entre nós, e nada de sair mais cedo

"The Life" a gente junta com "I Lied", e dá claramente pra pensar que tem vibes de DJ Zedd ou Calvin Harris, né? Bem... Eu achei. Prefiro "I Lied" por motivo: letra <3 Tanta verdade...

"Write On Me" é baladinha... É romântica e fala de amor, gente. De o quanto o amor traz vida a vida de alguém <3 E a voz das meninas tá uma lindeza!

"All in My Head (Flex)": gente... Essa música gruda. E o ritmo? E a letra?! O swag é certo, maravilhoso, e o cheiro de hit claro. Se vai pegar ou não, quem ama já está sem jogando sem parar e loucamente! Sem falar que... (o sotaque do Fetty Wap é FODE).

"Squeeze": assim como muitas faixas no disco, "Squeeze" se constrói com uma baladinha leve que leva até um caliente e delicioso refrão e break que tornam o clichê das introduções viciante com o tempo!

"Gonna Get Better": o gostoso dessa faixa é que, seguindo com a característica e forte batida latina presente em outros momentos do registro, ela faz uma ponte bastante interessante entre as faixas que a rodeiam. 

PAUSA PARA: medo de ser feliz é não se jogar ao som de "Scared of Happy"!

"Not That Kinda Girl": essa, com toda sua pegada 90's e com participação da maravilhosa Missy Elliot, é o que podemos chamar de O CLOSE ERRADO do álbum. Há muito o que se celebrar no disco, mas em pleno 2016, girlband esteriotipando outras mulheres, não, né? Música de produção incrível, mas "NEEEEEEXT", por motivos de "não dá para ouvir essa letra sem se incomodar".

"Dope": aqui basta deixar a baladinha te levar lentamente até o batidão pop Carly Rae Jepsen do refrão! "Dope" é top dope! I don't know how else to say it / But you're pretty fucking dope ♪♫

"No Way": como não amar uma música que fala muito bem daquilo que a gente já viveu, ou vai viver? De querer estar com alguém, de ter tanta dificuldade, mas que ainda com todos contra, a gente tá la tentando? Mesmo a gente sabendo que não tá rolando, mas tá... Hein?! 

É isso! Fiquem ligados, que talvez iremos cobrir o aguardado show das garotas que acontecerá em Brasília, no dia 3 de julho.
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21 junho 2016

QAGI? Review | Mais humana, a quarta temporada de Orange Is The New Black toca na ferida com assuntos polêmicos

Por em 21.6.16

Se você é assim como eu, fã de Orange Is The New Black, com muito tempo livre nas mãos e já terminou a quarta temporada, lançada na última sexta-feita (17), você está mais que convidado a ler essa review. Se você ainda não terminou a temporada ou sequer começou, sugiro que vá com cuidado. Tentarei manter o mínimo de spoilers possível, mas com certeza deixarei alguns escapar. Então, vamos lá!

Orange é um fenômeno desde que saiu, lá em 2013. A série conta a história de Piper Chapman, baseada na vida de Piper Kerman, uma mulher acusada de lavagem de dinheiro enquanto namorava Alex Vause, traficante de um cartel internacional. Durante a vida na prisão, Piper se envolve com as prisioneiras e suas histórias também são contadas. Em algum momento entre as temporadas, a gente percebe que se importa mais com as detentas do que com Piper.


A quarta temporada começa exatamente onde a terceira acabou: com um bando de novas detentas chegando e as conhecidas tomando seu merecido banho no lago ao lado da prisão. Piper acha que é a cacique de Litchfield e passa a metade da temporada tentando se impor e manter seu negócio de calcinhas, que deu uma escorregada por conta de Stella.

Ela encontra uma concorrência: Maria, das latinas. Antes, Maria era apenas uma ajudante da cozinha que tivera uma filha na prisão e sofria por não vê-la sempre. Agora? Maria comanda uma legião de novas latinas e quer monopolizar o negócio de Piper. Ela consegue e, não satisfeita, faz mais: começa a contrabandear drogas.

Falando em drogas, Nicky Nichols está de volta na segunda parte da temporada, clamando estar limpa depois de seu tempo na segurança máxima mas procurando que nem uma insana drogas dentro de Litchfield. O plot de Nicky é interessante e nos deu cenas maravilhosas dela com a sua "mãe" Red, mas já está batido. Nicky vem lutando contra o vício há tempos e seria bom ver uma quinta temporada com ela realmente limpa das drogas.

Alex Vause está vivíssima e realmente gostei da forma que Orange nos mostrou isso: simples e rápido, ao contrário de outras séries (*tosse* Orphan Black *tosse*). O guarda que tentou sufocá-la foi morto bem a tempo por Lolly, a mesma que Alex pensava ser uma espiã de Kubra. Na verdade, Lolly é sofre de esquizofrenia e acha que o mundo está conspirando contra ela. Muitas vezes ela ameça contar o que realmente aconteceu, mas todos a chamam de louca e até Lolly pensa que o que fez não foi real. Sua história é uma das mais tristes da temporada.

Uma das surpresas em Litchfield foi a transferência de Judy King para lá, causando delírios em Poussey. A famosa mestre-cuca faz de gato e sapato os trabalhadores da prisão e até um pouco das detentas. As cenas mais divertidas da temporada certamente foram as que Black Cindy tenta tirar uma foto de Judy para ganhar dinheiro e elas acabam acidentalmente se tornando um casal falso.

Algo que me irritou na temporada foi o grande destaque que Caputo ganhou, algo que já aconteceu na terceira temporada após a saída de Larry. Caputo é um bom personagem que tenta fazer o melhor pela prisão, mas seu destaque é desgastado e irritante. Nenhuma pessoa que assiste a série precisa saber de sua vida amorosa com a insuportável Linda.

O fim triste de Healy me fez arrepender um pouco de tê-lo odiado durante quatro temporadas, mas não justifica sua misoginia interna e homofobia escrachada. Os roteiristas de Orange tentam bastante fazer de seus personagens homens sejam meio chatos, e eles sempre acertam. Talvez o homem menos chato que tenha na série seja o Luschek, afinal ele sabe o tanto que é chato.


A quarta temporada de Orange tratou de temas delicados, como o racismo reverso (que não existe, tá bom?), a transfobia e a brutalidade da polícia. Piper acidentalmente criou um grupo de extremistas brancas que querem por tudo acabar com as minorias da prisão.

Ver as detentas extremistas xingando as minorias, tratando-as como nada e sentindo orgulho de serem brancas me deixou com medo, pois sei que há gente muito pior que elas no mundo real, tão cegas pelo extremismo que matam e torturam e pensam que estão certos. Nós rimos de Orange porque entendemos que a supremacia branca é ridícula e retrógrada, mas quantos não pensam o contrário?

Sophia teve muito menos destaque nesta temporada que nas outras. Ainda presa na solitária por causa dos ataques transfóbicos que sofreu, ela faz de tudo para chamar a atenção de Caputo. A sua mulher não tem notícias de Sophia e implora para que o diretor de Litchfield faça alguma coisa. É de cortar o coração o que Sophia tem que passar, mesmo que no fim ela volte para a prisão.

Os novos guardas contratados para Litchfield são ex-militares e sua brutalidade é vista por toda a temporada. O capitão da guarda, Piscatella, é o pior deles. Autoritário, misógino e agressivo, ele é um perigo para todas as detentas por não pensar nelas como seres humanos, mas algo inferior, que só estão ali para cumprir sua pena e nada mais. É revoltante ver os seus subordinados maltratando as detentas (há um que abusa física e psicologicamente de Maritza que, na minha opinião, é o pior de todos). No final, o despreparo da guarda de Litchfield causa revolta e ódio.

Orange Is The New Black trouxe a sua temporada mais obscura e cruel. Com histórias que te deixam incomodado pelo tanto que se semelha à realidade e atuações dignas de um Emmy para cada atriz, a série enfia com gosto o dedo na ferida em assuntos pertinentes. O humor continua lá, se fazendo presente em cada cena que você deveria estar preocupado pelo seu conteúdo real.

O fim trágico e cheio de adrenalina da temporada deve mudar tudo que conhecemos sobre Orange. As reais consequências dos atos brutais dos guardas só devem vir na quinta temporada. O início do novo romance entre Alex e Piper pode se complicar no próximo ano. Só nos resta agora rever as temporadas mais antigas e contar os dias para junho de 2017, quando a Netflix deve lançar o quinto ano da série. Ah, e também prometer não assistir os 13 episódios em um só fim de semana.
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19 junho 2016

QAQI? Review: Orphan Black em "From Dancing Mice to Psychopaths", season finale da quarta temporada!

Por em 19.6.16

Posso falar? A quarta temporada de Orphan Black é de longe a melhor do seriado. Quem achou meia boca a terceira e se desanimou com a série, encontrou muita ação, reviravoltas e, claro, histórias e mais histórias de clones para voltar a ficar animado de novo com cada episódio.

A season finale foi intensa, assim como todos os outros episódios e como todo final deve ser. Cosima finalmente encontrou uma cura para a doença genética das clones. Susan estava interessada em curar suas criações, mas estava mais interessada em recomeçar o programa de clonagem da Brightborn. Ela convoca uma reunião do conselho, e Rachel é sua representante.

A boa vontade de Rachel Duncan em ajudar suas irmãs nunca foi permanente e a clone criada pela Neovolução se volta contra sua própria mãe para garantir seu poder dentro da corporação. Aliada de Ferdinand, a vilã Rachel está de volta e provavelmente será a maior ameaça que Sarah irá enfrentar na última temporada da série.

Krystal por fim revela a tal "informação" que tinha sobre Delphine: a doutora foi resgatada logo após ter sido baleada. Krystal quer saber de toda a verdade sobre o que está acontecendo e conhece Sarah. A cena do encontro é hilária, certamente uma das melhores do episódio, onde Krystal diz a Sarah que não a acha nem um pouco parecida com ela e ainda a chama de "feia".

Sarah descobre dos planos de Rachel e vai até a ilha de Susan para salvar Cosima. No entanto, chega tarde demais: Rachel esfaqueou Susan e Cosima, junto de Charlotte, fugiu. Em uma cena alucinante, Rachel também esfaqueia Sarah e tenta matá-la com uma arma. São nesses momentos que a gente esquece que Tatiana Maslany é uma pessoa só e fica abismado não só com a atuação dela, mas com a CGI impecável da série.

E a cena que todos estavam esperando desde que se descobriu que Delphine estava viva: o reencontro dela com Cosima, possivelmente o casal mais popular da série. Delphine está morando em um tipo de vila na ilha e seu povo encontra Cosima e Charlotte perdidas e com hipotermia. A doutora francesa estava tão desesperada em salvar seu amor que se enfiou quase sem roupas na cama dela para que pudesse aquecê-la. Que casal!

Sarah consegue escapar de Rachel, mas não da ilha. A última cena do episódio mostra Sarah escondida em alguma parte, longe da casa, e Rachel entrando em contato com o conselho neovolucionista e dizem que o Sr. Westmorland irá vê-la. A campainha toca e a tela fica preta.

Impecável do primeiro ao último episódio, a quarta temporada de Orphan Black trouxe novos clones e contou mais sobre a vida de Beth antes do suicídio, sem esquecer das suas personagens fixas. Rachel voltou como a vilã da série e terá muito mais poder nas mãos que antes. Além do mistério desnecessário sobre o destino de Delphine, não há nada do que reclamar dessa temporada.

A gente espera que os roteiristas mantenham a qualidade e tragam uma quinta temporada tão incrível como essa para que a série encerre com chave de ouro a saga de Sarah Manning e suas irmãs clones. Chega logo 2017 pra que a gente possa curtir essa aventura!
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11 junho 2016

QAGI? Review: Orphan Black em "The Mitigation of Competition", nono episódio da quarta temporada!

Por em 11.6.16

Estamos chegando ao fim da excelente quarta temporada de Orphan Black e a tensão só aumenta! O nono episódio da temporada trouxe de volta duas personagens muito queridas pelos fãs da série. Quer saber quem são? Então vem com a gente ler a review!

Nos primeiros minutos do episódio, podemos rever a assassina mais fofa da série: Helena! No melhor estilo Lara Croft misturado com Leo DiCaprio em O Regresso, Helena está vivendo sozinha em um parque florestal e caça com um arco e flecha um veado para se alimentar. Ela até assusta uma família que estava passando ao carregar nas costas o bicho até seu acampamento.

Enquanto Helena se aventura por aí, Sarah se encontra com Rachel e firmam um acordo para acabar de vez com Evie Cho. Rachel diz ter informações sobre duas mulheres que fugiram da Brightborn e pede para que Sarah as procure. Apesar de relutante, a clone punk aceita trabalhar com a antiga vilã. Ela e Art partem para descobrir mais sobre as fugitivas.

Donnie está livre e Alison tenta controlar os impulsos sexuais do marido, mas não dá muito certo. Para quebrar o clima tenso do episódio, os Hendrix protagonizam uma cena de sexo meio que bizarra: Alison parece querer mais rezar do que estar com o seu marido. A gente sempre soube que a Alison pertence à família tradicional canadense, mas nesse episódio conseguimos entender mais sobre sua fé em Deus e o quanto a religião influencia sua vida.

Adele, a meia-irmã de Felix, está cada vez mais desconfiada do lado clone do irmão. Como Alison é apresentada como a irmã gêmea de Sarah, é uma surpresa e tanto para Adele quando Helena se deixa entrar no apartamento de Felix. Adele quer saber da verdade, mas Felix quer mantê-la longe da confusão, por isso diz à irmã que eles deveriam se dar um tempo. Adele foi uma grande adição à temporada e a gente com certeza vai sentir falta dela!

Sarah consegue encontrar uma das fugitivas da Brightborn, já que a outra supostamente se matou. Ela garante que vai proteger a mulher e seu filho de Evie Cho, mas demora a convencê-la. Enquanto isso, Rachel pede para que Ira tire a mulher da presença de Sarah. Ela pensa que Rachel está traindo, mas uma jogada genial estava por vir: Rachel foi até Evie e a manipulou para que conseguisse respostas sobre os bebês eutanasiados na Brightborn e filmou tudo.

Não é preciso dizer que o jogo virou para Evie Cho, né? Na coletiva de imprensa que fazia, o vídeo de Rachel se espalhou e o escândalo estava pronto. Na season finale, devemos ver a queda espetacular de Cho no comando da Neolução.

Cosima não ganhou muito destaque nesse episódio. Basicamente, Susan lhe mostrou a história da Neolução e discutiram sobre a ciência dos clones. Ela também conheceu Charlotte, que lhe mostrou onde exatamente estavam na ilha.

Mas o destaque relacionado à Cosima ficou com a cena final do episódio, onde FINALMENTE eles mostram para nós Delphine Cormier vivíssima! Não dá pra descobrir onde ela está, mas só de ver o rosto de Evelyne Brochu na série de novo, o coração já se enche de esperança.

Semana que vem tem a season finale da quarta temporada, e você pode ver a promo para o episódio aqui embaixo:


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04 junho 2016

QAGI? Review: Orphan Black em "The Redesign of Natural Objects", oitavo episódio da quarta temporada!

Por em 4.6.16


Orphan Black consegue se superar a cada episódio novo! Faltando dois episódios para terminar a quarta temporada, Mrs. S ainda procura vingança pela morte de Kendall e Donnie está preso, o que leva a Alison ter que fazer uma decisão importante: ou salvar o marido ou proteger o esconderijo de Sarah.

M.K. está de volta e promete ajudar Sarah a encontrar Susan, ainda confinada em sua ilha particular com Ira e Rachel. Cosima acredita que pode trabalhar em conjunto com Susan para encontrar uma cura para sua doença e a criadora do projeto LEDA aceita as condições da cientista: de que Ira e Rachel deveriam se manter longe das pesquisas.

Cosima então presume que, para recriar as células da Original, ela deve fecundar um óvulo fértil de uma clone do LEDA com um esperma de um clone CASTOR. Como Sarah é a única que pode ter filhos e está disponível, ela se oferece para a retirada de seus óvulos, mesmo que relutante. Cosima parte sem Scott para a ilha particular de Susan para colocar sua teoria à prova.

O detetive Duko chantageia Alison para descobrir o paradeiro de Sarah e levá-la até Evie Cho. Se ela colaborar, Donnie sai vivo da prisão; se não, Donnie morre. Alison conversa com Felix e seu padre a respeito e decide dar a informação a Duko: Sarah estaria em uma loja de quadrinhos. Felizmente, a gente descobre que tudo já havia sido planejado e Art, junto com Mrs. S e Sarah, pega Duko no flagra.

Art e Sarah deixam Mrs. S sozinha com Duko e através de torturas ela tenta descobrir o que Evie Cho quer tanto com sua filha. Evie acredita que Sarah é uma ameaça e precisa eliminá-la. Além disso, ela está planejando criar milhões de larvas e implantá-las nas pessoas. No fim, Mrs. S mata o detetive Duko a sangue frio, vingando Kendall.

Rachel continua tendo a visão de um cisne, mas das duas vezes em que acontece no episódio, ela vê coisas diferentes: na primeira, um homem e um cenário mais elaborado; na segunda, ela vê o cisne morto. Estou curiosíssima para descobrir mais sobre essas visões e o que elas vão significar para os dois episódios finais da temporada.

Confira a promo do próximo episódio, onde Helena finalmente volta (!):


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29 maio 2016

QAGI? Review: Orphan Black em "The Antisocialism of Sex", sétimo episódio da quarta temporada!

Por em 29.5.16


Orphan Black não cansa de jogar informações cruciais para o desenvolvimento da série, né? Semana passada descobrimos que Delphine estava morta e, em uma jogada, as clones e Susan perderam a Original Kendall Malone, mãe da Sra. S. Nesse episódio, Sarah e as outras tentam lidar com a perda imensurável que a nova vilã da série, a finíssima Evie Cho, causou.

O episódio começa com Rachel finalmente saindo de seu confinamento e descobrindo a verdade sobre Kendall. Ela, Susan, Charlotte e Ira se escondem em uma ilha remota. Susan conta um pouco da história da Neovolução: o ideal nasceu durante a Inglaterra Vitoriana com Percival Westmorland, que criou uma sociedade científica secreta.

Enquanto isso, Sra. S não consegue sequer olhar diretamente para Sarah, acusando-a de matar indiretamente Kendall. Sarah então decide sair de casa, sem levar a filha, e cai no submundo insano de drogas e bebidas com o qual estava acostumada antes de ver Beth se matar. Sarah se vê perseguida por Beth durante a noite e Kira sente que sua mãe pode seguir os mesmos passos da falecida clone.

Cosima não consegue seguir em frente depois do grande baque do episódio anterior. Assim como Sarah, ela se culpa pela morte não só de Kendall, mas também de Delphine. Cosima está tão desacreditada que se tranca no laboratório para tentar inserir nela mesma a larva que tiraram de Sarah e que ela roubou do escritório de Evie Cho.

Ela só é parada quando atende um telefonema de Felix, que explica: Delphine pode estar viva! Krystal afirma que depois de ter visto Delphine sendo baleada, ela também viu outra pessoa levar a cientista para algum lugar. Por mais que esteja feliz com essa informação, a confusão com Delphine já deu, né? Orphan Black, nos mostre logo a cara da Evelyne Brochu para gente ser completamente feliz!

Nos subúrbios, Alison está igualmente abalada com a morte de Kendall, mas decide seguir em frente com a festa de aniversário da filha, Gemma. Donnie, preocupado com a mulher, chama o reverendo para que Alison possa conversar com alguém. É óbvio que Alison recusa. Antes que possam cantar parabéns para Gemma, a polícia invade a casa dos Hendrix e prende Donnie por tráfico de drogas. Martin Duko, o homem que matou Kendall, está por trás da prisão e oferece "ajuda" a Alison.

Protagonizando uma das cenas mais tristes do episódio, e talvez uma das mais tristes de toda a temporada, uma Sarah bêbada está em uma ponte, logo abaixo da estação de trem onde Beth se matou e tem uma conversa com Beth em sua imaginação. O fantasma da policial quer que Sarah pule para que possam estar juntas e Sarah está inclinada a realmente fazer isso. Só quando Felix se aproxima dela, Sarah tem um choque de consciência e retorna ao esconderijo da Sra. S.

A cena final do episódio é difícil de entender. Rachel está a procura de alguém pela casa, mas acaba caindo da escada e, com seu olho biônico, vê um cisne andando perto dela e a encarando. Ira a resgata, Rachel pergunta se ele viu o mesmo que ela, mas ele nega. E a gente fica com essa dúvida: o que o olho biônico seria capaz? Como vão desenvolver isso nos restantes três episódios da temporada? Só nos resta esperar pra ver.
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26 maio 2016

QAGI? Review: The Flash em "The Race of His Life", season finale da segunda temporada!

Por em 26.5.16


Depois de muitas vitórias e algumas derrotas, Barry Allen tem o seu confronto final com Zoom. O episódio começa exatamente onde o último terminou, com Zoom matando Henry na frente de Barry. O vilão atiça a raiva de Barry e os dois se enfrentam violentamente, mas na hora H, Barry não consegue matá-lo.

Zoom então permite que Barry enterre seu pai e lhe dá um tempo para ficar de luto. Após o enterro, Zoom encontra com o Flash e pede uma corrida entre os dois. Se Barry ganhar, Zoom promete deixar o resto dos seus amigos em paz. Se Barry perder, Zoom toma a Terra e ninguém está a salvo.

Barry quer correr com Zoom imediatamente, mas Wells descobre que o vilão quer acionar o Magnetar, roubado da Mercury Labs e que pode destruir não só a Terra onde estão, mas todo o multiverso. O grupo então faz uma escolha difícil: deixa Barry preso no STAR Labs enquanto tentam eles mesmos impedir Zoom.

Obviamente, a ideia não dá certo e Zoom acaba levando Joe como prisioneiro. Wally ao saber disso fica muito irritado e solta Barry de sua cela. Os outros estão com medo da raiva de Barry pela morte do pai, mas ele diz que sabe controlar o que está sentindo e aceita o desafio de Zoom.

Para ganhar, Barry precisa parar Zoom de dar cinco voltas ao redor do Magnetar. Ele cria um remanescente do tempo, uma cópia de si mesmo, para conseguir salvar Joe e impedir Zoom de ligar o aparelho que pode destruir o multiverso. O remanescente de Barry morre, mas não antes de garantir que o Magnetar esteja destruído.

Barry consegue parar Zoom, e novamente não tem coragem de matá-lo, mas ele não precisa: a força de aceleração se encarregou de enviar seus "fantasmas" para o local e eles levam Zoom dali. Central City está livre do vilão.

É revelado quem é o homem da máscara de ferro: Jay Garrick. Ele é um sósia do pai de Barry, que fica abalado após ver seu rosto novamente. Jay agradece a todos pela ajuda e volta para a sua Terra, provavelmente a terceira do multiverso. Wells e Jesse também decidem voltar para a Terra 2.

O gancho para a próxima temporada é feito quando Barry, depois de ter uma conversa com Iris, decide voltar no tempo e impedir que Eobard Thawne mate sua mãe. Assim, ele nunca ficaria preso no passado e não tomaria o corpo de Harrison Wells, que não criaria o acelerador de partículas e não atingiria Barry.

A segunda temporada de The Flash foi em muitos pontos melhor que a primeira e estabeleceu o conceito de multiverso, já espalhado pelo universo da DC na televisão em Legends of Tomorrow e Supergirl. Agora, só nos resta esperar que a série mantenha a qualidade na sua próxima temporada e nos traga mais heróis, mais vilões e mais histórias interessantes da DC.

A terceira temporada de The Flash ainda não tem data de estreia, mas deve sair durante o início da fall season, entre final de setembro e começo de outubro.
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23 maio 2016

QAGI? Review: Fear The Walking Dead em "Shiva", mid-season finale da segunda temporada!

Por em 23.5.16


Seguindo a tradição da sua série-irmã, Fear The Walking Dead despede da gente por alguns meses com uma mid-season finale meio entediante, mas necessária para o rumo do resto da segunda temporada.

Celia, a governanta da casa dos Abigail, não está muito feliz com a decisão de Strand de matar Thomas ao invés de se envenenar e morrer junto do amado. Ela expulsa Strand da casa, mas concede ao último desejo dele de enterrar Thomas ali.

Travis sai pela noite à procura de Chris, que fugiu desembestado após assustar Madison e Alicia em seu quarto. Depois de passar grande parte do dia andando no sol quente apenas de meias, Travis pede descanso a um morador da região. O morador parece assustado e insiste em não falar em inglês. Travis ainda quer saber sobre Chris, mas o morador dá respostas curtas.

Antes de sair, no entanto, o morador sussurra a Travis que Chris está com seu filho no quarto ao lado e Travis abre a porta. Ele encontra Chris com uma arma apontada para a criança. O que começou no primeiro episódio com o empurrão apressado de Chris para se ver logo distante do corpo da mãe atinge o ápice nesse episódio.

É um ultimato: Chris realmente precisa de ajuda, mas como arranjar um psicólogo no meio de um apocalipse? Depois de tirar a arma de Chris, Travis o persegue e finalmente entende a necessidade do filho. Travis decide não voltar para Madison e deve, nos episódios futuros, embarcar em uma jornada para conhecer mais seu filho e ajudá-lo.

Madison tem uma conversa decisiva com Celia, depois de ver Nick voltar com Luis, filho da governanta, coberto de sangue de zumbi. Madison pede para entender o ponto de vista de Celia e a governanta a leva até a adega. Esperta, Madison tranca Celia junto com os zumbis.

O episódio tem grande foco em Daniel. É nos mostrado um flashback da sua primeira morte, ainda criança e isso o persegue desde sempre. Daniel quer sair o mais rápido possível da casa dos Abigail, mas é preso pelos capangas de Celia. Ele é assombrado por sua mulher, morta na primeira temporada, e quer honrá-la.

Daniel escapa e protagoniza uma das cenas mais legais do episódio: ele ateia fogo na adega. Dá para entender que ele também morreu junto com os zumbis, mas talvez há esperanças (quem não lembra da suposta morte de Glenn?). Daniel é um dos melhores, senão o melhor, personagem da série e vê-lo sendo desperdiçado assim dói o coração.

Strand, já indo embora, decide retornar ao ver o incêndio. Ele resgata Madison, Alicia e Ofelia. Antes de partir, Madison vê Nick e o garoto não quer papo com a mãe. No fim do episódio, temos três grupos distintos: Strand com as garotas, Nick sozinho e Travis com Chris. Pode se preparar para muitos episódios parecidos com aqueles de The Walking Dead, onde as personagens só caminham e refletem sobre a vida.

Fear The Walking Dead retorna no dia 21 de agosto.
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21 maio 2016

QAGI? Review: Legends of Tomorrow em "Legendary", season finale da primeira temporada!

Por em 21.5.16


O episódio final da temporada começa com Rip levando o time para Star City em 2016. Ele acredita que não pode derrotar Savage, visto que não há meios para encontrar o vilão pela linha temporal. O time acaba voltando à vida normal em cenas curtas e apressadas, até que decidem voltar ao Cavaleiro do Tempo e ajudar Rip.

Sara finalmente descobre da morte de sua irmã Laurel e ataca Rip assim que entra na nave, pedindo para que ele volte no tempo para que ela possa impedir a morte da irmã. O luto de Sara é bem-vindo, já que Laurel morreu há algumas semanas em Arrow. Rip diz para Sara que não pode levá-la até a data da morte de Laurel e avisa que os três Lance morreriam se estivesse lá. Sara não aceita no começo, mas entende a decisão.

Kendra consegue escapar de Savage por algum tempo e manda um recado temporal para Rip: ela está na França em 1944. Contudo, o time consegue resgatar apenas Carter, ainda meio abalado. Os últimos episódios têm sido péssimos para Kendra: ela fica por tanto tempo na mão de Savage que já não tem muita utilidade no time. É triste ver uma das duas personagens femininas da série sendo tratada tão mal.

Martin descobre qual o plano de Savage: ele quer usar o sangue de Carter e Kendra com os meteoritos (aqueles do episódio nos anos 50, lembra?) para explodir o planeta e acabar com a linha do tempo para sempre. O vilão reconstruiria a linha do tempo desde o Egito Antigo e se tornaria um deus para os humanos. Para isso, Savage faria o ritual em três datas diferentes ao mesmo tempo: em 1958, 1975 e em 2021.

Para finalmente matar Savage, o time se separa em três e vão para as datas direcionadas. Eles precisam deixar que Savage faça parte do ritual até atacá-lo. Em 2021, Kendra é por fim liberta e mata Vandal Savage com sua própria adaga, enquanto Sara mata o vilão em 1975 e Mick faz o mesmo em 1958. Dois dos meteoritos são destruídos, mas eles não conseguem destruir o terceiro.

Rip volta para a sua nave com o meteorito e planeja se sacrificar, levando o Cavaleiro do Tempo na direção do Sol. No último minuto, Gideon diz que não está pronta para morrer e ele replica que também não. Ele lança o meteorito na direção do Sol e volta para seu time. Eles voltam para 2016 e Rip dá um ultimato: sua missão próxima é cuidar da linha do tempo, já que os Mestres do Tempo não tem mais o Oculus. Ele pede para que o time considere acompanhá-lo na próxima jornada.

Kendra e Carter dizem que precisam de umas férias, agora que Savage está morto, mas todos os outros membros do time querem voltar à aventura. Antes de embarcarem na nave, no entanto, alguém os impede. Ele pertence à Sociedade da Justiça da América e deve ajudar os heróis na próxima temporada da série.

Legends of Tomorrow chegou para dar mais destaque a personagens deixados de lado em suas séries-irmãs, Arrow e The Flash. Com episódios bem consistentes, um roteiro fechado e personagens já amados pelo público, a série tem um primeiro ano bom e divertido para quem gosta de séries do gênero. Agora, é só esperar pela segunda temporada, ainda sem data de estreia.
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19 maio 2016

QAGI? Review: The Flash em "Invincible", episódio 22 da segunda temporada!

Por em 19.5.16

Depois dos acontecimentos do último episódio, Barry se sente mais confiante e corajoso para vencer os meta-humanos que tomaram Central City.

Caitlin ainda está muito abalada pelo tempo que passou com Zoom, e tem visões onde o vilão a assusta dentro do STAR Labs. Ela está traumatizada, mas quer ajudar seus amigos a derrotarem a nova tenente de Zoom: Black Siren, sósia da Canário Negro, interpretada por Katie Cassidy.

Ter Laurel Lance de volta às telas após o fim desastroso que ela teve em Arrow, nem que seja por meio de uma vilã da Terra 2, foi revigorante. Toda gótica, a Black Siren teve as melhores cenas do episódio: desde ser atropelada pelo carro de Wally West até usar seus gritos supersônicos para derrubar prédios. Já podem confirmar presença da vilã na terceira temporada, beleza?!

Falando em Wally, ele quer ajudar o Flash de qualquer maneira possível. O garoto se sente muito responsável por muita coisa e pensa que derrotar os meta-humanos vilões vai lhe trazer alguma satisfação. Joe, obviamente, é contra isso e pede para que Barry fale com o filho para que esses atos heroicos parem. Wally não escuta nenhum dos pais e acaba por salvar o Flash de Black Siren. Joe elogia o filho por estar no lugar certo na hora certa.

Wells e Cisco têm uma ideia para parar todos os meta-humanos de Zoom de uma só vez. Eles criam, com a ajuda da velocidade do Flash, uma frequência para que os criadores de caso da Terra 2 caiam em um sono profundo. Como já explicado em episódios anteriores, a matéria da Terra 1 vibra em uma frequência diferente da Terra 2 e isso é crucial para que os vilões sejam derrotados.

Outro ponto alto do episódio foi Cisco e Caitlin vestidos como seus sósias vilões da Terra 2: Reverb e Killer Frost, respectivamente. Os dois querem distrair Black Siren o máximo possível para que Barry consiga efetivar o plano. Ao serem descobertos, Black Siren tenta atacá-los, mas Cisco a para com a mão em um ataque que nem ele entendeu direito o que era. Outro pedido para a terceira temporada: a exploração total dos poderes do Cisco.

Depois de todos os vilões presos, e Zoom ter escapado por uma fenda para a Terra 2, o time Flash é convidado para jantar na casa dos West. Barry e Iris têm mais uma conversa sobre o futuro romântico dos dois, mas infelizmente são interrompidos por Zoom, que captura Henry, pai de Barry. Wally por fim percebe quem é o Flash e já temos o plot para a season finale da segunda temporada da série: a possível derrota de Zoom, o destino de Henry Allen e a felicidade de Barry e Iris.

Confira a promo para a season finale:

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17 maio 2016

QAQI? Review: Fear The Walking Dead em "Sicut Cervus", episódio 6 da segunda temporada!

Por em 17.5.16

A tripulação do Abigail finalmente chega ao México! O episódio que antecede a mid-season finale é interessante e revela personagens que certamente serão um perigo para a família Clark.

Depois de uma negociação que deu errado, o barco parte para Baja. Ao chegarem em terra firme, a tripulação é recebida por zumbis de uma paróquia. A única cena de ação do episódio é recheada de momentos-chave para o desenvolvimento dos personagens.

Chris vê Madison sendo atacada por um zumbi e não faz nada para defendê-la, o que chama atenção de Alicia. A garota fica apavorada com a falta de ação do meio-irmão. Nick, por outro lado, entra em choque ao ter que matar uma pequena garota zumbi. A preocupação de Madison no episódio anterior é infundada, visto que Nick mais tarde diz estar “cansado da matança”.

Tom Abigail, o parceiro de Strand, foi mordido e parece viver somente para ter um merecido reencontro com o amado. Celia, a governanta da casa em Baja, guia Strand para passar as últimas horas de Tom ao lado dele. Em visita ao quarto dos dois, Madison promete cuidar de Strand depois que Tom se for.

Celia é uma personagem misteriosa e que acredita fielmente que os zumbis não estão realmente mortos. Para ela, é apenas mais um estágio na vida. Ela mantém alguns zumbis na adaga da casa, o que não nos deixa de lembrar de Hershell, na segunda temporada de The Walking Dead. As palavras de Celia causam efeito em Nick – como sua mãe afirma, ele é muito impressionável.

Chris pede para que Alicia não comente sobre seu pânico na paróquia, mas a garota diz que não pode fazer isso. Ele a ameaça e Alicia, aterrorizada pelo estado dele, conta à sua mãe o que aconteceu. Madison pede para que Travis converse com o filho.

Quando um tiro é ouvido por toda casa, Chris está prestes a entrar no quarto de Alicia, que está dormindo com a mãe, e tem uma faca na mão. O episódio deixa a intenção de Chris ambígua: estaria ele ali para machucar mãe e filha? Ou ele está ali apenas para se desculpar pelo seu comportamento? E porque ele pegou a faca?

A exploração dos personagens em Fear está impecável e é de encher os olhos. Nesse quesito, a série está bem a frente de The Walking Dead. Só nos resta esperar se haverá uma morte chocante na mid-season finale, assim como houve na season finale da primeira temporada, ou se só teremos muitos zumbis para enfrentar e um local protegido para que os tripulantes do Abigail não precisem voltar ao mar.

Confira a promo da mid-season finale:

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Alguém tinha que ganhar, mas na 8ª temporada de RuPaul's Drag Race todas as participantes forma vitoriosas!

Por em 17.5.16

Antes de mais nada gostariamos de informar que comentaremos abertamente sobre um visão mais geral da oitava temporada e sobre a grande final que aconteceu ontem (16) sem nenhum pudor: lê-se SPOILER.

Então, antes de começar de fato a postagem: vamos com aos empecilhos:



SPOILER: NÃO PROSSEGUIR.



BOM, VAMOS LÁ:



Em sua oitava temporada, que, para muitos veio pra vingar a "péssima" 7ª edição da famosa corrida de drags de RuPaul, queen absoluta, aonde descordamos, pois ao seu modo a temporada que antecede a atual foi muito boa, o programa de RuPaul não se reinventa, não traz novidades, mas mostra ter aprendido bastante depois de 8 temporadas, com a AllStars, que reúne queens de temporadas passada que não venceram anteriormente.

Em RuPaul's Drag Race, season 8, com apenas 10 programas, 12 queens, ficou nítido nos desafios que se buscava por algo mais conciso, rápido e divertido. Menos enrolação, mais ação. E assim aconteceu.

Com uma seleção de 12 queens, com algumas desconhecidas e outras já bem famosas no meio drag, que eram, inclusive, previamente ídolas de queens que estavam no programa, como Naomi Smalls se mostrou fã de Kim Chi (e hoje melhores amigas), logo ao inicio do programa ficou clara a divisão entre o público, tendo em todas as participantes suas favoritas.

As mais bem vestidas, as brancas, as com os maiores números de seguidores não tiveram vez, dessa vez. As queens de NYC, cheias de banca, foram desbancadas, as inicialmente desacreditas fizeram por onde e com o progresso da temporada foram respeitadas - nem que no último episódio de sua participação, aprendendo a fazer a sobrancelha, makeup básica para maioria das drags. 

Dax Exclamation Point!, Laila McQueen, Cynthia Lee Fontaine, Naysha Lopez, Acid Betty, Robbie Turner, Thorgy Thor, Derrick Berry e Chi Chi DeVayne podem não ter chegado a final, mas foram marcantes e relevantes na construção dessa temporada como nunca antes se foi.

Cada uma das queens tinham um potencial muito forte, chances iguais. Estar no programa era uma pressão nunca vivida e na "hora do vamos ver" a coisa é bem mais complicada, árdua, diferente. Pode-se dizer sem medo que nenhuma das queens foi apenas componente para dar ao programa a um time de talentosas x fracassadas  - como já se construiu anteriormente.



Então ontem, a grande final. Concisa, bem editada, primorosa em sua exibição. Nada cansativa e divertida acima de tudo. O melhor? Nós trazia o top 3 mais improvável, diverso e aonde era difícil de dizer "essa merece mais".

Naomi Smalls? Tinha pernas para dias, glamour, classe, beleza para as passarelas.  Kim Chi? Não foi nenhuma vez para o bottom, não precisou cantar nenhuma vez para estar no programa. Matou todos com sua makeup. Bob The Drag Queen? Nos fez gargalhar com suas piadas mais do que devem ter feito em toda season 7, nos mostrou uma vulnerabilidade encantadora, rompeu suas dificuldades, desafio após desafio. Mas adivinha? Assim como todas as outras.

Fashion Queen. Beauty Queen. Comedy Queen.

Nenhum era completa.

Nenhuma era perfeita.

E foi essa vulnerabilidade que tornou esse top 3 tão inesperado e inspirador.

Pense com a gente: não seria tão interessante que um top 3, se formado por qualquer uma das 12 participantes do programa, no clipe de "The Realness", aonde só o top 3 participa, tivesse qualquer queen da temporada?

RuPaul acertou. Formou um time de peso, com queens incríveis e nós deu um programa inacreditavelmente surpreendente e inquietante. Não houveram favoritas em momento algum, programa após programa surpresas dividiam o público e destruíam o favoritismo de quem quer que fosse, formando, ardilosamente, uma das melhores tramas do reality em anos!



Ao final das contas quem se junta ao time de 8 queens já ganhadoras é Bob The Drag Queen, que recebeu de forma MAGNÍFICA e para se glorificar de pé, o cedro da vencedora suprema da Season 7, Violet Chachiki:



Ficamos felizes por Bob, ela tem muito talento e mostrou isso durante toda a temporada, na mais diversificada participação da temporada, com direito a vitórias de desafios semanais e fracassos que a levaram ao lip-sync.

A trajetória foi encantadora.

Mas nessa temporada qualquer queen ficaria bem com a coroa e mereceria ser agraciada pela eternidade. Mas é aquele ditado, né? Alguém tem que ganhar, e temos certeza que Bob honrará bem o título dado por RuPaul.



Que ela aproveite bastante tudo que está por vir na vida com essa coroa merecidamente conquistada! E que obtenha muitos views e compras de seu single "Purse First"!



E para os que já estão tristes que vão ficar sem ver nada de novo do reality: SEGURA ESSA MARIMBA! RuPaul já revelou teaser do AllStars2, que trará queens de temporadas passadas para uma espécie de "repescagem" que dará uma segunda chance ao lado de RuPaul como winner - assim como conquistou Chad Michaels na primeira versão do programa!



O programa deve ser lançado ainda esse ano, no final do segundo semestre!
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15 maio 2016

QAGI? Review: Orphan Black em "Human Raw Material", episódio 5 da quarta temporada!

Por em 15.5.16

O episódio exibido nessa última quinta (12) mostra a saga da ciumenta Sarah para descobrir se a irmã biológica de Felix é real ou só mais uma farsa para se aproximar das clones e descobrir mais sobre elas. Sarah está passando o dia com sua filha Kira e quer distância das confusões que a envolveram nas últimas semanas. Não é difícil se emocionar com a relação mãe e filha já bem estabelecida entre as duas.

O alívio cômico da semana fica com o retorno de Krystal, a clone esteticista, como ela mesma se denomina, que nós encontramos na temporada anterior. Krystal está na Brightborn, o mesmo local que Donnie e Cosima estão explorando, mas por outro motivo. Ela acredita que o Dyad assassinou seu namorado e quer respostas.

Enquanto conversava com Donnie, Krystal mencionou o sobrenome de Delphine, levantando novamente as questões: onde está a Dra. Cormier? Estaria Delphine morta como todos os fãs da série já imaginam? Essa é a segunda menção à ex de Cosima na temporada, e ainda não temos respostas de seu paradeiro. Poxa, Orphan Black, nos conte logo se Delphine está morta ou não!

Cosima se embrenha na sede da empresa Brightborn e finalmente descobre quem está por trás de toda a confusão: Susan Duncan, sua criadora. Susan diz que a Brightborn tenta ao máximo excluir qualquer tipo de doença do gene humano e pode ajudar Cosima a melhorar, se ela levasse Kendall, a clone Original. que está sob a proteção de Mrs. S., para estudo.

Ao fim do episódio, Susan parece ter certeza de que Cosima a ajudaria a recuperar a Original. Pela expressão do rosto de Cosima, podemos ver que ela realmente está em dúvida. Por um lado, expor Kendall pode gerar consequências desastrosas; mas, por outro, Cosima pode finalmente ter os recursos para descobrir uma cura para sua doença.

A quarta temporada de Orphan Black está incrível. Com cinco primeiros episódios bem estruturados, uma história concisa e a atuação estupenda de Tatiana Maslany, se continuar dessa maneira, está se encaminhando para ser a melhor da série até agora.

Confira a promo para o próximo episódio:

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14 maio 2016

QAGI? Review: Legends of Tomorrow em "Destiny", episódio 15 da primeira temporada!

Por em 14.5.16

Legends of Tomorrow está chegando ao fim do seu primeiro ano em um episódio de inúmeras reviravoltas. Rip e o resto do time foram capturados pelos Mestres do Tempo, à exceção de Snart e Sara. Os dois solidificam sua amizade ficando mais tempo juntos e arquitetando um plano junto com Gideon para salvar o time.

Kendra é levada para Savage, junto com Carter. Rip passeia pelo Ponto de Fuga junto com Druce, que conta a verdade a ele: as decisões do time foram controladas desde o começo pelos Mestres do Tempo e todas foram feitas para ajudar a ascensão de Vandal Savage no poder. Rip fica devastado com a verdade e não vê motivos para continuar lutando.

Com Martin morrendo e Rip arrasado, sobra para Ray a função de injetar confiança no time. Ele acredita que Snart e Sara vão salvá-los e não desiste, mesmo com Rip dizendo que o viu morrer no Oculus, aparelho que os Mestres do Tempo usam para manipular o tempo.

Enquanto isso, Mick passa por torturas causadas pelos Mestres do Tempo para que pudesse voltar a ser Chronos, grande vilão que perseguiu o time durante a primeira parte da temporada. Ele resiste e mais tarde afirma que foi sua confiança no time que não o deixou se transformar na criatura sem cérebro que os Mestres do Tempo queriam.

Em 2016, Jax procura ajuda de Martin para poder voltar ao Ponto de Fuga e ajudar seus amigos. Martin está confuso no começo com o tanto de conhecimento que Jax adquiriu com o tempo, mas ajuda o companheiro. Martin resiste e, apesar de curioso, não quer saber sobre o que acontece no futuro.

Snart e Sara resgatam o time de Druce com a ajuda de Mick na armadura de Chronos. Ao descobrirem sobre o Oculus, todos aceitam destruí-lo. O clima entre Snart e Sara esquenta, algo que não me agradou. A amizade dos dois é um dos pontos fortes da temporada, então para que transformar em romance? O beijo pareceu forçado e sem sentido.

Ray não pode destruir o Oculus a não ser que fique pressionando algo no núcleo do objeto. Ele se oferece para ficar e assim concluir a visão de Rip, mas Mick intervém e diz que ele deveria ficar. A luta se aproxima do grupo e Rip leva Ray consigo, deixando Mick com o Oculus. Contudo, Snart descobre do sacrifício e se recusa a deixar seu amigo morrer por ele. O time deixa Snart e ele é consumido pela explosão do Oculus.

O episódio termina com Mick querendo vingança por Snart. Ray afirma que eles ainda podem ir atrás de Savage, que era a missão do time desde o começo. E temos o nosso caminho para o último episódio da temporada. Será que Savage será finalmente derrotado?

Confira a promo da season finale:

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12 maio 2016

QAGI? Review: The Flash em "The Runaway Dinosaur", episódio 21 da segunda temporada!

Por em 12.5.16

Enquanto Barry faz uma jornada de autodescoberta, seus amigos no S.T.A.R.S. Labs procuram por uma maneira de salvá-lo. Para que o episódio corresse da maneira certa, nos primeiros minutos já sabemos o que aconteceu com Barry após a explosão: ele foi levado pela própria força de aceleração, aqui idealizada como pessoas importantes da sua vida, para que pudesse recuperar sua velocidade.

A explosão também teve efeitos dentro do laboratório. Wally e Jesse foram atingidos; o garoto sai sem nenhuma lesão, mas Jesse fica no mesmo estado de coma que Barry ficou quando ganhou seus poderes. Os arquivos do antigo Wells (ou Eobard Thawne) podem ajudá-la a se recuperar e por isso Cisco e Iris vão ao necrotério do local, até então nunca mencionado na série, onde a equipe reúne os meta-humanos mortos pelo Flash.

No necrotério, eles descobrem que a explosão também atingiu um dos cadáveres: Tony Woodward, um dos primeiros vilões que o Flash enfrentou em sua primeira temporada. Tony tem o poder de se transformar em metal quando precisa e ainda está obcecado por Iris, percorrendo os mesmos lugares que a viu quando era vivo.

Barry revisita lugares cruciais para seu desenvolvimento de personagem enquanto a força de aceleração explica e o faz entender porque ele precisa passar por tudo aquilo. Não dá para não se emocionar ao ver Barry ir pela primeira vez, mesmo sendo uma ilusão, ao túmulo de sua mãe. Ele não se recuperou totalmente de ter decidido deixá-la morrer para salvar a cidade.

Wells e Cisco tentam contatar com Barry nessa realidade, mas é imposto um ultimato ao garoto: se ele voltasse naquele momento, não teria seus poderes de volta. A única maneira de recuperá-los seria capturando um vulto que o persegue durante todo o episódio. Após uma conversa emocionante com a força de aceleração, se passando por sua mãe, Barry está pronto para voltar aos seus amigos, e na hora certa: eles estavam para ser atacados por Tony.

No fim, Barry é trazido de volta por Iris e salva o dia. Sua velocidade está de volta e é ela que ajuda Jesse a acordar de seu coma. Do outro lado da cidade, Zoom ainda mantém Caitlin presa e dá a ela um ultimato: se unir a ele ou se juntar aos seus amigos. A última cena mostra que Zoom reuniu um exército de meta-humanos que está pronto para atacar Star City a qualquer momento.

Faltando dois episódios para o fim da temporada, o episódio estabelece terreno para a luta que irá acontecer. Também ficamos na dúvida: Wally e Jesse (velocistas nos quadrinhos) finalmente ganharam seus poderes? Poderiam eles ajudar Barry a derrotar Zoom no episódio final da temporada? Só nas próximas duas semanas saberemos.

Confira a promo do próximo episódio, que terá participação especial de Katie Cassidy, a Canário Negro em Arrow:


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09 maio 2016

QAGI? Review: Fear The Walking Dead em "Captive", episódio 5 da segunda temporada!

Por em 9.5.16


Com um único zumbi interpretado por Jesse McCartney e Madison no comando, Fear The Walking Dead cresce no episódio e vai se distanciando ainda mais da sua série-mãe.

O episódio exibido neste último domingo traz a resolução do anterior, onde Travis e Alicia foram capturados pelo grupo de Connor e levados até o seu barco. Reed, mais conhecido como o cantor teen dos anos 2000 Jesse McCartney, ainda está sendo feito refém no Abigail com um ferro atravessado em sua barriga. Ele está fraco, mas isso não o impede de jorrar raivosamente informações de seu grupo para Daniel.

O mais interessante do episódio foi certamente ver Madison no comando do Abigail. Com Strand doente por causa do seu tempo à deriva e Travis capturado, uma figura feminina no poder é algo diferente para quem assiste Fear ou The Walking Dead (há várias personagens fortes, mas elas não são tratadas com seu devido respeito; isso é história para outra hora).

Madison quer negociar com Connor sozinha, pois teme que seu filho Nick esteja gostando um pouco demais das condições em que vivem no momento. Daniel argumenta que Nick e Chris não são crianças mais, que podem se cuidar, porém Madison não lhe dá ouvidos.

Chris segue sendo um personagem perturbado pela morte da mãe e agindo inconsequentemente. Dessa vez, ele atira em Reed sem qualquer explicação, dizendo apenas que "ele ia se transformar". Em uma cena anterior, podemos ver Reed zombando de Chris como ele havia feito anteriormente, e Nick intervindo antes que Chris fizesse alguma besteira.

Reed era a moeda de troca para que Madison recuperasse Travis e Alicia. Daniel prova de novo ser o cara com melhor pensamento rápido do grupo e cobre a cabeça do Reed zumbi para que possam trocá-lo pela família de Madison.

Junto com a mãe, Alicia é quem tem mais desenvolvimento durante o episódio. Ao manipular Jack, ela consegue um canivete e informações sobre onde está Travis, indo visitá-lo e prometendo tirá-lo de sua cela. Se Alicia sentia alguma coisa pelo garoto, é rapidamente abandonada quando ela tem que se decidir entre ele e a família.

Essa temporada de Fear The Walking Dead está surpreendente, bem melhor que a anterior. Talvez com mais episódios, os roteiristas consigam desenvolver mais suas personagens e criar seu próprio universo, e por fim saindo da sombra de The Walking Dead.

Confira a promo para o próximo episódio, em inglês:

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08 maio 2016

QAGI? Review: Legends of Tomorrow em "River of Time", episódio 14 da primeira temporada!

Por em 8.5.16


Depois de capturar Vandal Savage, a missão do time de Rip Hunter é simples: levá-lo até o Ponto de Fuga, lugar onde estão os Mestres do Tempo e prendê-lo para que ele não possa mais alterar a linha do tempo.

O episódio dessa semana de Legends of Tomorrow é cheio de reviravoltas. Devido aos ataques de Savage à nave no episódio anterior, Rip precisa reparar o vórtex de tempo e pede para que Jackson o faça. No entanto, depois de consertado, o vórtex lança uma energia que faz com que Jax envelheça rapidamente, preocupando seu amigo Martin.

Sara tem suas dúvidas em relação à liderança de Rip e o confronta. O capitão da nave admite que, se fosse necessário, trairia sua equipe para salvar sua família. Enquanto isso, cada um do time resolve conversar com Savage, preso em uma câmara, para tirar suas próprias satisfações com o vilão. É óbvio que isso não daria certo, né?

Savage tem duas conversas com Ray sobre o futuro dele com Kendra, agora que Carter está de volta, mesmo estando em transe. O vilão confessa que já teve o amor de Kendra há muito tempo atrás, até que Carter chegou e destruiu o que eles tinham juntos. Vandal avisa a Ray: acontecerá o mesmo com você.

Kendra realmente tenta de tudo para que Carter volte a ser quem ele era, mas nada dá certo. Ray a vê recitando um poema de amor para Carter e decide terminar tudo. Ele volta a conversar com Savage, agora cheio de fúria, abre a porta da cela do vilão e decide acabar com ele a socos e pontapés. Não demora muito para que Ray perca a luta e Savage escape e comece um pequeno terror na nave.

Do outro lado da nave, Martin percebe que para salvar Jax, deve mandá-lo de volta para 2016. Mesmo sob protestos, Martin envia Jackson para a nossa época no Bote do Tempo. Agora, os que restaram na nave devem impedir Savage de controlá-la.

Sara fica no comando da nave enquanto Rip, para provar que se importa com seu time tanto quanto se importa com sua família, prefere lutar ao lado de Kendra e os outros. No fim, Savage é novamente preso, Carter volta a ser quem ele era e os heróis chegam ao Ponto de Fuga.

Contudo, os Mestres do Tempo fizeram um acordo com Savage e não o prendem assim que Rip o entrega com todas as provas de que o vilão estava manipulando o tempo. Ao invés disso, eles prendem Rip e o time enquanto Savage tem permissão para voltar para a Terra em 2166.

O episódio dita o tom dos próximos dois episódios, que devem encerrar a temporada. A volta de Carter é tediosa, uma vez que Kendra já tinha se estabelecido sem ele. Os flashbacks da equipe foram legais e realmente mostram a despedida de cada um antes de partirem para a aventura. Agora, resta saber se Kendra terá coragem de matar Savage.

Confira a promo do próximo episódio, Destiny, em inglês e sem legenda:

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07 maio 2016

QAGI? Review: Orphan Black em "From Instinct to Rational Control", episódio 4 da quarta temporada!

Por em 7.5.16


Sarah Manning continua na busca para descobrir o que é a pequena larva em sua bochecha enquanto M.K. prefere fazer vingança contra uma amiga falecida.

O episódio dessa semana de Orphan Black é cheio de revelações sobre o passado da misteriosa M.K., que nós conhecemos no primeiro episódio dessa temporada. Ela era amiga de outra clone, Niki, morta por Ferdinand, o homem que quer a ajuda de Sarah para resgatar Rachel enquanto oferece um favor: ele pode ajudá-la a tirar a larva que está em sua bochecha.

Enquanto isso, Felix e Donnie se passam por um casal para descobrir mais sobre uma clínica de fertilidade que pode estar acobertando atos dos Neolucionistas. Mantendo o humor da série, os Hendrix encenam uma das melhores cenas do episódio quando precisam do esperma de Donnie e ele logo liga para a mulher e ambos interpretam uma fantasia sexual.

Cosima e Scott trabalham na larva que estava na cabeça do falecido Dr. Leekie e agora têm uma ideia da função do bicho no corpo humano. Possivelmente, a larva pode mudar o DNA de quem é seu hospedeiro e, óbvio, Sarah corre perigo.

Helena e Rachel não estão tão presentes no episódio como gostaria. Depois de uma conversa com Donnie, Helena decide ir embora da casa dos Hendrix, enterrando seus "bebês da ciência" no quintal deles e partindo, não sabemos para onde. O papel da clone diminuiu bastante nessa temporada e imagino o que farão com ela daqui em diante.

Rachel tenta passar outra mensagem para Ferdinand, mas Susan Duncan descobre e seu resgate parece incerto. Ela se preocupa com Charlotte, sua pequena companhia, pois a garota está com os mesmos sintomas de Cosima e outras clones, mas muito antes do esperado. Rachel sugere a Susan para que não comece nenhum tratamento em Charlotte.

A trama principal do episódio se faz entre Sarah tentando encontrar M.K. para que possa ter seu favor retribuído por Ferdinand e tirar a larva do seu corpo. No entanto, M.K. descobre para quem Sarah quer as informações de Rachel e se recusa a ajudar. Ela atrai Ferdinand para a casa de Beth e promete matá-lo queimado para vingar sua amiga. Felizmente, Sarah chega a tempo e impede M.K. de matá-lo, mas não para a garota de fugir mais uma vez.

O episódio continua a agitante quarta temporada da série e mantém o nível de qualidade, tanto em história quanto atuação. A gente nem precisa falar o quão ficamos impressionados ao ver Tatiana Maslany atuar com ela mesma na tela, não é?

Confira a promo para o episódio da semana que vem, em inglês e sem legenda:

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04 maio 2016

QAGI? Review: The Flash em "Rupture", episódio 20 da segunda temporada!

Por em 4.5.16


No episódio anterior de The Flash, fomos deixados com a ideia: poderia Harrison Wells recriar a explosão do acelerador de partículas para que Barry possa ter de novo seus poderes, perdidos para Zoom a fim de salvar Wally West. Ele conseguiu o que queria?

O episódio dessa terça-feira, dia 03, retrata o conflito de Barry entre voltar a ser o Flash e salvar a cidade ou deixar de ser o herói e ver Zoom controlar Central City com mão de ferro. Para isso, Henry Allen está de volta, tentando ajudar o filho a entender o que é o certo a se fazer.

Outro familiar retorna nesse episódio: Dante Ramon, irmão de Cisco. Ele sente o irmão em perigo e por isso tenta reatar o laço entre eles. Os dois são atacados pelo Ruptura, sósia de Dante da Terra 2, jurando vingança a Cisco, pois ele acredita que ele matou seu irmão, Reverb. Os irmãos Ramon se estranham à primeira vista, mas após Dante saber o que aconteceu com seu irmão e Cisco ver mais uma onda de assassinato em massa causado por Zoom, os dois se entendem e prometem ser mais próximos.

Caitlin ainda é prisioneira de Zoom. O vilão continua a acreditar que ela seria sua melhor aliada, ainda que a mesma se negue a isso. Caitlin ajuda seus amigos conseguindo um celular e avisando a eles onde Zoom e Ruptura atacariam em seguida.

Barry está sem poderes, mas não sem amigos. Cisco foi capaz de criar um holograma do Flash que realiza seus movimentos rápidos, embora não fosse capaz de entrar em prédios ou falar. É com esse holograma que Barry, com a ajuda de Joe, captura Ruptura e causa a ira de Zoom. O vilão mata a sangue frio quem está presente na emboscada, poupando Barry e Joe, afinal, "Caitlin se importa com eles."

Após presenciar a cena, Barry decide que precisa de seus poderes de volta e concorda com a ideia de Wells de causar a explosão do acelerador de partículas. Iris confessa seu amor por Barry e admite que os dois poderiam ser um casal se tudo acabar bem.

No entanto, a explosão não dá certo e Barry é dado como morto. A gente sabe que Barry é o herói da série e não pode morrer, mas o que será dos amigos dele enquanto não descobrem o mesmo? Os três últimos da temporada prometem resolver o conflito que começou assim que Barry perdeu sua velocidade para Zoom.
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