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09 junho 2016

Foi muito bonito enquanto durou e a gente queria mais, mas existem 10 séries que nos deixaram cedo demais!

Por em 9.6.16


Quem nunca ficou mal por aquela série legal ter sido cancelada? A gente começa a assistir, se apega aos personagens, só para as emissoras cortarem as séries das grades e deixarem seus telespectadores com o gostinho de quero mais que nós nunca teremos.

Enquanto algumas séries passam do ponto e a galera continua insistindo nelas (o QAQI? já fez uma lista sobre o assunto), algumas não têm tal oportunidade. Seja por falta de interesse da emissora ou falta de audiência, elas acabam sendo canceladas. E hoje a gente vai lembrar de dez séries que nos deixaram e fazem uma falta tremenda na grade de todo mundo.

1. Firefly



A série teve apenas uma temporada e até hoje é considerada cult no mundo nerd. Criada por Joss Whedon (sim, o mesmo de Buffy e Os Vingadores) e estrelada por Nathan Fillion, a série seguia a tripulação da nave Serenity, da classe Firefly, em aventuras no século 26 em um novo sistema solar.

Firefly só teve 14 episódios, mas acumulou fãs em todas as partes do mundo. A série ganhou um Emmy em 2003 de Efeitos Visuais Especiais Extraordinários. Graças aos pedidos dos fãs, Whedon se juntou com a Universal e lançou em 2005 um filme sobre a série chamado Serenity, que narra o que aconteceu dois meses depois do último episódio.

2. Hannibal



Hannibal foi criada por Bryan Fuller e estreou na NBC em 2013. Conta a história de Will Graham, um agente especial do FBI com uma incrível habilidade de reconstruir cenas de crime. A sua vida vira de cabeça para baixo quando ele é colocado frente a frente com Hannibal Lecter, um exímio serial killer e canibal.

A série tinha no elenco nomes de peso como Mads Mikkelsen, Hugh Dancy, Gillian Anderson e Laurence Fishburne. Desde o começo, a baixa audiência já a deixou nos perigos do cancelamento, mas a pressão dos fãs fervorosos a mantiveram na grade da emissora. Em 2015, não teve jeito: após três temporadas incríveis, a série foi cancelada pela NBC.

3. Hellcats



A série marcava a volta de Ashley Tisdale para a televisão como protagonista depois do fim de Zack & Cody. Além de Ashley, o elenco contava com Aly Michalka, uma estudante de direito que perde uma bolsa de estudos e precisa se juntar às líderes de torcida da universidade para se manter nela.

Com uma trama leve e divertida, assim como várias séries da sua emissora, a CW, Hellcats conquistou alguns fãs pelo caminho curto que teve. A emissora cancelou misteriosamente a série depois de 22 episódios, mas presume-se que a causa foi a baixa audiência lá pelo final da temporada.

4. Faking It



Esse cancelamento ainda tá fresco na memória. Faking It conta a história de Karma e Amy, duas melhores amigas desde a infância que são confundidas por um casal e ganham popularidade na escola por isso. Bem, essa era a história da primeira temporada. Ao longo das duas temporadas seguintes, a série foi se diversificando e trazendo mais temas, muitas vezes focado no público LGBT.

Devido à baixa audiência, a MTV resolveu cancelar a série antes de uma quarta temporada, para a tristeza dos fãs. Numa carta aberta ao público, o criador da série disse que a próxima temporada seria finalmente sobre o relacionamento amoroso de Karma e Amy (ou Karmy, para os fãs). Uma pena.

5. Chuck



Chuck foi outra série que sobreviveu graças a campanhas de fãs na internet. Criada por Josh Schwartz e Chris Fedak e estrelada por Zachary Levi, a série conta a história de um gênio dos computadores que um dia tem toda a database da CIA instalada em seu cérebro. Assim, ele ajuda o governo americano a capturar assassinos foragidos e terroristas internacionais.

A série sofreu com a greve dos roteiristas de 2007 e sua primeira temporada teve apenas 13 episódios. Da segunda temporada pra frente, a NBC lutou para tirar Chuck da grade, mas sem sucesso. Patrocínios da Subway e inúmeras campanhas de fãs salvavam a série ano após ano, até que não puderam mais: a série foi cancelada em 2012.

6. Pushing Daisies



Criada por Bryan Fuller (sim, o mesmo de Hannibal), Pushing Daisies tem uma temática, no mínimo, peculiar: o confeiteiro Ned tem o poder de reviver coisas e pessoas. No entanto, se ele tocar na pessoa ou no objeto pela segunda vez, ele morre permanentemente. A série seguia o amor impossível de Ned e sua amiga de infância Chuck, que morre em um acidente e Ned a revive com seus poderes.

A série lidava com problemas como vida e morte de maneira sutil e divertida. A temática pode até parecer estranha, mas o roteiro era trazido à vida muito bem pelos atores. Pushing Daisies foi indicada três vezes ao Globo de Ouro de 2008 e também sofreu com a greve dos roteiristas. Por baixa audiência, foi cancelada na segunda temporada, deixando uma legião de fãs e críticos órfãos das aventuras de Ned.

7. Agent Carter



Outra série que nos deixou recentemente. Agent Carter contava a história de Peggy Carter, namorada do Capitão América dos filmes da Marvel, depois do fim da guerra e vivendo no mundo machista dos anos 40. A primeira temporada foi incrível e deveria ser só uma minissérie, mas com muita campanha na internet, os fãs conseguiram dar à Peggy uma segunda temporada.

A gente admite: a segunda temporada da série foi fraca comparada com à primeira. Com um triângulo amoroso que não combinava em nada com a personagem, a série perdeu audiência e foi cancelada pela ABC. Mas, nós queríamos que a série tivesse uma redenção, afinal não é todo dia que podemos ver heroínas sendo totalmente badass na TV. Hayley Atwell disse que toparia qualquer hora voltar a ser a Peggy e rolaram rumores que talvez a Netflix compre a série e faça uma terceira temporada, mas nada confirmado. Vamos, Netflix, uma última vez! Ela criou a S.H.I.E.L.D.!

8. Witches of East End



A série girava em torno de uma família de bruxas. A matriarca da família, Joanna, sofre uma maldição há gerações em que é obrigada a ver suas duas filhas morrerem sempre e engravidar das duas de novo. Para não vê-las morrer novamente, Joanna lança um feitiço para que as filhas cresçam sem saber quem realmente são.

A trama era interessante e era bem desenvolvida. Os efeitos especiais não eram lá muita coisa, mas as personagens eram tão envolventes que a gente esquecia disso. Infelizmente, a Lifetime decidiu cancelar a série depois de duas temporadas, deixando o final em aberto. Tempos atrás, surgiu rumores na internet que a série poderia se transformar em um filme, mas nada foi confirmado.

9. Reunion



Reunion era uma série que tinha tudo para dar certo: elenco bonito, trama intrigante e uma maneira única de contar história. A série fala sobre seis amigos que se reencontram para comemorar os 20 anos de graduados da faculdade, onde um deles é assassinado. Cada episódio contava um ano na vida das personagens, começando em 1986 e presumidamente terminaria em 2006.

No entanto, Reunion foi cancelada com apenas nove episódios exibidos, sem nunca mostrar quem fora o assassino ou os motivos para que ele cometesse o crime. A Fox, onde a série era exibida, chegou a pedir mais quatro episódios, mas eles nunca foram transmitidos na TV americana. Quem reconheceu a carinha da Chyler Leigh, a Lexie de Grey's Anatomy, no poster?

10. The Secret Circle



Outra série da CW, The Secret Circle conta a história de Cassie Blake, recém chegada na cidade fictícia de Chance Harbor, onde todos os moradores parecem conhecê-la muito bem. Mistério vem e mistério vai, Cassie descobre que seus amigos de colégio são na verdade bruxos e estavam à espera dela para que completassem finalmente o Círculo Secreto.

A série poderia continuar até hoje na CW pela sua temática adolescente e sobrenatural, característica do canal, mas nem tudo são flores na vida: a emissora cancelou a série depois da primeira temporada de 22 episódios. Fãs tentaram pedir para que a ABC Family (hoje, Freeform) comprasse os direitos da série, mas não funcionou. Uma coisa positiva é que até hoje o elenco, com nomes como Britt Robertson, Shelley Hennig, Thomas Dekker e Phoebe Tonkin, se dá bem.

E aí, sentem falta de alguma dessas séries? Tem outras que vocês gostavam e foram canceladas?
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31 maio 2016

Com 21 troféus, Taylor Swift é a artista mais premiada da Billboard Music Awards até hoje!

Por em 31.5.16

O Billboard Music Awards divulgou essa semana uma lista que contém o ranking dos artistas mais notáveis da história da premiação desde 1990, ano em que começou a cerimônia de premiações da Billboard

A cantora Taylor Swift ocupa o topo da lista e é a artista com 21 troféus. Em 2011, a loira levou três prêmios para casa, em 2013 e 2015 ganhou oito e, neste ano, recebeu mais um. 

Resumo da trajetória da Taylor:

O álbum de estreia da cantora é intitulado "Taylor Swift", foi lançado em novembro de 2006 e vendeu cinco milhões de cópias nos Estados Unidos, onde foi certificado cinco vezes platina. Os cinco singles do álbum foram top 10 nos charts country e top 40 no Hot 100 da Billboard. Em 2007, ela recebeu o prêmio Horizon Award (Revelação) no CMA Awards. Em 11 de novembro de 2008, ela lançou seu segundo álbum, "Fearless", que ficou em primeiro lugar na Billboard 200 durante onze semanas consecutivas e foi o disco mais vendido nos Estados Unidos em 2009, tendo vendido um total de sete milhões de cópias, sendo seis milhões delas nos Estados Unidos.

Garth Brooks vem em segundo lugar com 19 vitórias, Usher e Adele dividem o terceiro lugar desse ranking com 18 premiações cada um. 

Confira a lista completa dos artistas mais premiados da história do BBMA:

Taylor Swift, 21
Garth Brooks, 19
Adele, 18
Usher, 18
Whitney Houston, 16
Justin Bieber, 15
Mariah Carey, 14
R. Kelly, 12
Rihanna, 12
Lil Jon, 11 (incluindo seis com o East Side Boyz)
50 Cent, 10
Mary J. Blige, 10
Destiny's Child, 10
Eminem, 10
Janet Jackson, 10
Carrie Underwood, 10

Bora de "Out Of The Woods" pra comemorar esse reinado na Billboard?

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25 maio 2016

Temos filmes incríveis sobre amizade para se assistir na Netflix, vem conferir!

Por em 25.5.16


Essa semana tem feriado e com o friozinho que a maioria do país está passando, nada melhor do que sentar no sofá e assistir a um filme cujo o tema a gente tem na nossa vida diariamente: a amizade.

Nós selecionamos dez filmes disponíveis na Netflix que falam sobre esse tema, e tem para todos os gostos. Os filmes vão desde comédias para adolescentes até dramas pesados. Então, pegue o cobertor e o controle remoto, coloque nossas dicas na sua lista e aproveite!

1. Thelma & Louise



Lançado em: 1991
Com: Susan Saradon e Geena Davis
Direção de: Ridley Scott

Thelma (Davis) e Louise (Saradon) são melhores amigas que resolvem sair para uma viagem de carro a fim de se libertarem dos problemas da vida cotidiana. Quando Thelma é vítima de abuso sexual em um bar de beira de estrada e Louise atira no cara para salvar a vida da amiga, as duas começam a serem perseguidas por um detetive por todo o país.

O filme é divertidíssimo e mostra a amizade profunda e real entre duas mulheres, além de ter cenas já clássicas do cinema hollywoodiano. O longa concorreu a seis Oscar, mas só levou o de Melhor Roteiro Original. Ponto positivo para a atuação do jovem Brad Pitt, que se envolve com uma das amigas durante a viagem.

2. Conta Comigo



Lançado em: 1986
Com: River Phoenix, Wil Wheaton, Corey Feldman e Jerry O'Connell
Direção de: Rob Reiner

Gordie (Wheaton) é um escritor que revive uma aventura que teve aos doze anos, no verão de 1959. Certo dia, ele e seus amigos houvem um rumor na cidadezinha onde moram que há um corpo na mata ali nas redondezas. Juntos, os amigos resolvem investigá-lo.

A sinopse pode parecer boba, mas o enredo simples e as atuações te conquistam a cada minuto do filme. O longa é comovente e certamente trará flashbacks da infância, se você for mais velho. Lencinhos são recomendados para os cancerianos que quiserem ver o filme, que é baseado em um conto de Stephen King.

3. Todas Contra John


Lançado em: 2006
Com: Brittany Snow, Sophia Bush, Jesse Metcalfe, Arielle Kebbel e Ashanti
Direção de: Betty Thomas

Kate (Snow) é uma menina tímida e praticamente invisível na escola onde estuda, mas muito observadora. Ela sabe que John Tucker (Metcalfe), o garoto mais popular, está namorando três meninas de diferentes tribos e as três, depois de uma aula de educação física, descobrem também. Beth (Bush), Heather (Ashanti) e Carrie (Kebbel) agora pedem ajuda a Kate para que possam humilhar John da pior maneira possível e acabar com a reputação do garoto.

Um típico "filme de menina" da sessão da tarde, Todas Contra John é muito engraçado e recheado de momentos vergonha-alheia. É legal ver como a amizade das quatro garotas cresce ao longo do filme. A pergunta principal do filme persiste: será que vale a pena destruir alguém só para prazer próprio?

4. As Vantagens de Ser Invisível



Lançado em: 2012
Com: Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller
Direção de: Stephen Chbosky

O jovem Charlie (Lerman) é um garoto que lida com a depressão após seu melhor amigo ter cometido suicídio. Ele entra no ensino médio com uma nova meta: ser sociável. Então, Charlie conhece Patrick (Miller) e Sam (Watson), dois veteranos que vão ensinar ao garoto as vantagens de não pertencer ao nicho popular da escola.

A gente nem precisa comentar sobre esse filme, né? Foi bem recebido pela crítica e até hoje é adorado pelos indies de plantão. As Vantagens é um filme lindo sobre amizade e autoaceitação e com certeza merece sua devida atenção entre os inúmeros títulos da Netflix.

5. O Menino do Pijama Listrado



Lançado em: 2008
Com: Asa Butterfield e Jack Scanlon
Direção de: Mark Herman

Bruno (Butterfield), um garoto de oito anos, é forçado a se mudar de Berlim junto com a sua família depois da promoção de seu pai, um membro do exército nazista. Na casa nova, Bruno não tem com quem brincar, mas logo descobre que atrás de uma cerca de arame farpado vive um garotinho chamado Shmuel (Scanlon). Os dois se tornam grandes amigos apesar da gritante divergência entre seus dois mundos.

O filme é triste e belíssimo ao mesmo tempo. A amizade delicada porém verdadeira entre Bruno e Shmuel é o que toca o longa e não seria nada sem as atuações dos dois garotos. A gente recomenda que todas as pessoas de todos os signos tenham uma caixinha de lenços do lado enquanto assistem.

6. Curtindo a Vida Adoidado



Lançado em: 1986
Com: Matthew Broderick, Mia Sara e Alan Ruck
Direção de: John Hughes

Ferris Bueller (Broderick) decide matar aula e embarcar em uma aventura pelas ruas de Chicago com sua namorada Sloane (Sara) e seu melhor amigo Cameron (Ruck). As aventuras do trio envolvem desde roubar a adorada Ferrari do pai de Cameron até cantar em uma parada alemã.

O filme é um clássico e merece ser visto e visto de novo inúmeras vezes. John Hughes foi considerado o especialista em juventude dos anos 80 e as dúvidas que perseguem Cameron no filme são relacionáveis até hoje. A amizade do trio ultrapassa gerações e está presente nas nossas vidas constantemente.

7. Grande Menina, Pequena Mulher



Lançado em: 2003
Com: Brittany Murphy e Dakota Fanning
Direção de: Boaz Yakin

Molly (Murphy) é filha de um famoso astro de rock. Seu pai morre, ela herda toda a grana, mas a sua vida desregrada a faz com que ela perca todo o dinheiro. Então, Molly arranja um emprego como babá de Ray (Fanning), uma menina de oito anos que pensa que tem a responsabilidade do mundo nas mãos.

O filme é engraçado e vale a pena ver só pelas atuações de Brittany e da pequena Dakota. As duas têm uma química divertida e parecem realmente aprender uma com a outra durante o longa. É um dos trabalhos memoráveis de Brittany Murphy, que faleceu em 2009.

8. Super 8



Lançado em: 2011
Com: Elle Fanning e Joel Courtney
Direção de: JJ Abrams

Joe (Courtney) perdeu a mãe há pouco tempo e isso o afastou de seu pai. Ele adora cinema e ajuda seus amigos a fazerem um filme amador (em uma super 8, daí o nome do filme) para um concurso quando um trem se descarrilha e sua cidadezinha se vê cercada de acontecimentos estranhos e o exército americano.

Dirigido pelo incrível JJ Abrams e produzido pelo mais incrível Steven Spielberg, o filme não tem como dar errado. É uma ficção-científica com eventos bizarros, amizade entre crianças e fortalecimento das relações entre pai e filho. Ótimo para quem quer conferir mais trabalhos do diretor de Star Wars: O Despertar da Força e ver a irmã mais nova de Dakota se destacando no cinema.

9. Up



Lançado em: 2009
Com: Edward Asner, Christopher Plummer e Jordan Nagai
Direção de: Pete Docter

Carl é um senhorzinho de 78 anos, viúvo da amada Ellie, vivendo em um terreno onde companhias de construção têm interesse. Depois de um incidente, Carl decide encher milhares de balões e voar até a América do Sul, local onde ele e Ellie sempre sonharam em visitar. Só que ele não esperava que Russell, um garotinho escoteiro de 8 anos, estivesse na varanda de sua casa.

As animações da Pixar sempre são especiais, né? Up não é diferente. O filme é tocante e a gente vê a transformação de Carl como velho rabugento até voltar a ser o que era antes da morte de Ellie, tudo isso causado pela presença de Russell na sua vida. Vale a pena ver o filme dublado, já que é Chico Anysio quem dubla o velhinho.

10. Mean Girls



Lançado em: 2004
Com: Lindsey Lohan, Rachel McAdams, Amanda Seyfried e Lacey Chabert
Direção de: Mark Waters

Cady Heron tem 16 anos e passou a vida inteira sendo educada em casa, na África. Ao se mudar para os EUA, seus pais acham que ela deve conviver com gente da sua idade. No primeiro dia, Cady se torna amiga de Damian e Janis, mas logo ela chama atenção de Regina George, a rainha da escola.

Mean Girls é provavelmente o filme mais importante para a formação de um adolescente. É divertido, tem falas até hoje cravadas no imaginário da internet e um elenco maravilhoso. Pode não parecer, mas o filme fala bastante sobre amizade, como fazer amigos e como não ser idiota com seus amigos em favor da sua popularidade. É um prato cheio para quem quer dar risada e finalmente entender alguns memes.
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19 maio 2016

Em 2010, entre Colírios da Capricho e bandas coloridas, a gente teve as melhores músicas da história do pop!

Por em 19.5.16


2010 ainda parece que foi ontem, né? Bandas coloridas em seu ápice, álbuns conceituais eram coisa de artista desconhecido, e todo mundo no colégio comentava sobre os Colírios da revista Capricho. Quando a gente olha para o passado, parece até ridículo, mas era tão divertido que a gente ignora.

O ano de 2010 marcou para muita gente e a grande causa disso foi suas músicas chiclete. Quem nunca cantou Baby, do Justin Bieber, ou Waka Waka, da Shakira? Essas músicas até hoje estão marcadas no imaginário da cultura pop e a gente vai levar você para uma viagem no tempo com esses hits maravilhosos que fizeram de 2010 o melhor ano para a música pop na história.

TiK ToK

Tudo bem, vamos começar com uma trapaça. TiK ToK foi lançada em 2009, saída da parceria traumática entre Kesha e Dr. Luke. A canção foi bem avaliada na mídia especializada e hoje é a terceira colocada no rank de singles mais baixados legalmente no mundo, com mais de 14 milhões de cópias vendidas. Em 2010, a cantora não parou mais e figurou nas paradas com Your Love Is My Drug, Take It Off , We R Who We R Blah Blah Blah, em parceria com 3OH!3.



Bad Romance

A gente nem precisa apresentar o hino, não é? Lady Gaga estava em seu auge em 2010 e emplacou hit atrás de hit, entre eles Bad Romance. O single ficou semanas em todas as paradas musicais e foi a segunda música mais vendida do ano, com 9.7 milhões de cópias, perdendo apenas para TiK ToK, da Kesha.



Love The Way You Lie

Seis anos se passaram e a gente só sabe cantar a parte da Rihanna... Mas isso não tira o sucesso tremendo que a canção fez durante o segundo semestre de 2010. Love The Way You Lie ficou em primeiro lugar na Billboard Hot 100 e Rihanna gravou a segunda parte da canção, que ficou no seu quinto álbum, também lançado em 2010, Loud.



Only Girl (In the World)

Vamos continuar falando de Rihanna? A cantora também emplacou hit atrás de hit em 2010 e um dos mais conhecidos foi Only Girl. A batida da música é reconhecida de longe e a letra fácil ficou na cabeça de muita gente na época. A canção ainda levou o Grammy de Best Dance Recording na premiação de 2011.



Teenage Dream

Ninguém pode negar que a era Teenage Dream foi a mais incrível de Katy Perry. O álbum colocou cinco singles no topo da Billboard Hot 100, fazendo de Katy a primeira mulher em mais de 50 anos a realizar o ato. A canção ainda concorreu ao Grammy de 2011 por Melhor Performance Vocal Feminina, mas perdeu para Bad Romance. Neste álbum cheio de hits, dentre eles California Gurls, Firework e Last Friday Night (T.G.I.F.), a gente escolheu a canção que dá nome ao CD para representá-lo.



Imma Be Rocking That Body

Ah, Black Eyed Peas... como fazem falta, né? O quarteto mais famoso do planeta reinou nas paradas dos anos 2000 e resolveu encerrar temporariamente as suas atividades lá em 2011. Os dois últimos discos da banda tiveram sucessos como I Gotta Feeling, Boom Boom Pow e Just Can't Get Enough. O clipe que a gente traz é a junção de duas músicas do álbum The E.N.D., lançado em 2009. Imma Be e Rocking That Body viraram uma canção só em um clipe divertidíssimo. Ei, Will.I.Am, vamos voltar com a banda que o seu tom futurístico tá fazendo falta, viu?!



Empire State of Mind

Outro hit que lançou em 2009, mas continuou fazendo sucesso estrondoso em 2010. A canção é quase um ode à Nova York, onde Jay Z e Alicia Keys cantam sobre lugares e personagens famosos da cidade. Empire State of Mind ganhou dois Grammy na premiação de 2011, de Melhor Canção de Rap e Melhor Colaboração de Rap. Parece que não tem o clipe oficial da canção no YouTube (poxa, Tidal...), então fiquem com um lyric video!



Waka Waka

Antes do 7x1 se tornar um peso nas nossas vidas, a gente ainda torcia bastante pela seleção brasileira. Em 2010, não foi diferente: a Copa do Mundo na África nos deixou esperançosos para que Dunga e seu time levasse o Brasil para o sexto campeonato mundial. Não aconteceu, mas tivemos de lembranças uma enxurrada de canções sobre a Copa, a mais famosa delas certamente Waka Waka, da cantora Shakira. O videoclipe da canção no YouTube tem mais de um bilhão de acessos.



Baby

"And I was like, baby, baby, oh..." Se esse verso não te faz lembrar de 2010, nada mais fará. Bieber já era conhecido em 2009 pelas canções One Less Lonely Girl e One Time, mas foi com Baby no início de 2010 que o cantor explodiu no mundo todo. A letra chiclete fez todo mundo amar e odiar Bieber ao mesmo tempo. Além de Baby, o cantor ficou nas paradas com Eenie Meenie e Somebody to Love. A canção foi uma das mais vendidas em 2010 e o videoclipe tem mais de um bilhão de visualizações no YouTube.



Telephone

E para encerrar essa playlist nostálgica, a gente traz o melhor videoclipe de todos os tempos: Telephone, parceria entre Lady Gaga e Beyoncé. "Eh, eh, eh, eh stop telephoning me" ficou na cabeça de muita gente durante o ano de 2010. A canção vendeu mais de 7 milhões mundialmente e recebeu uma indicação ao Grammy. Até hoje, fãs das duas divas esperam uma continuação para o clipe, que não deve sair tão cedo...



2010 foi um ano incomparável para a música pop. Teve muita coisa boa que a gente não mencionou aqui que também figuraram nas paradas, mas também, como falar de um ano tão bom em tão pouco tempo? Escolhemos as melhores e esperamos trazer o melhor da nostalgia para todo mundo! Se vocês ainda não se cansaram de 2010, podem ouvir 100 músicas do ano em uma playlist do Spotify!

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18 maio 2016

Drake desbanca Justin Bieber como artista mais ouvido no Spotify de todos os tempos!

Por em 18.5.16


Os artistas canadenses tem dominado o mundo nos dois últimos anos já que o rapper Drake acaba de desbancar Justin Bieber como artista mais executado na plataforma de streaming Spotify.

O recorde chegou recentemente após o lançamento de "Views", novo álbum do rapper. Segundo o Kworb, Drake tem mais de 3.212 streamings na plataforma.

Completa a lista Justin Bieber em segundo lugar com 3.176 bilhões e Ed Sheeran em terceiro com 2.153 bilhões de streamings. A lista continua com The Weeknd em quarto e os britânicos Calvin Harris e Sam Smith em sexto e sétimo.



Recentemente o rapper esteve no programa da Ellen Degeneres, aonde brincou de "eu nunca" com Jared leto, respondendo várias perguntas safadinhas. Confere:

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14 maio 2016

10 séries que já amamos, mas infelizmente passaram do prazo de validade!

Por em 14.5.16
Abril e Maio são os meses que as emissoras anunciam quais séries foram ou não canceladas. Para quem é viciado em muitas, é uma época de tensão: será que vão fazer jus à minha série favorita e deixá-la na grade por mais um ano? Será que vão cancelá-la por baixa audiência?

Enquanto algumas séries ficam no limbo, esperando serem canceladas ou não, outras já tem renovação garantida pela grande quantidade de fãs e a audiência que geralmente quebra recordes. É o caso de Game of Thrones e The Walking Dead, séries que já estão no imaginário popular e, mesmo que você não assista, sabe de pelo menos alguma coisa de dentro dela.

Mas, sempre tem aquelas séries com tantas temporadas ou storylines absurdas que você só consegue perguntar: como que ainda passa na TV? Como que ainda têm audiência? Hoje, nós listamos dez séries que já passaram do prazo de validade e deveriam ter sido canceladas por suas emissoras anos atrás.

1. Supernatural



Quem nunca assistiu pelo menos um episódio da saga infinita dos irmãos Winchester? Supernatural estreou em 2005, quando Rihanna era mal conhecida do público e os únicos filmes de super-heróis que existiam era os do Homem-Aranha e X-Men.

A gente não nega: a série era legalzinha. Dois irmãos que haviam sofrido demais na infância e agora eram caçadores de demônios e outras criaturas do mal? É um conceito interessante que havia sido explorado nos anos 90 com Buffy The Vampire Slayer, mas não no começo dos anos 2000. Agora, a série está repetitiva, cansativa e desgastada. E a CW acabou de renová-la para a décima segunda temporada.

2. Grey's Anatomy



O drama médico mais dramático de toda a história televisiva continua firme e forte na ABC. Shonda Rhimes ganhou fama após o sucesso da trama, também lá em 2005, e emplacou série após série na emissora. A história de vida de Meredith Grey, seu trabalho e seus amores, é o ponto principal da série. Mas, para quem só acompanha a série de longe, sabe que ela é conhecida mais pelas mortes chocantes e dramas incessantes do que a própria protagonista.

Shonda afirma que quer ultrapassar o famoso seriado E.R., sucesso nos anos 90 e que teve 15 temporadas, e fazer de Grey's a série médica mais duradoura da televisão. Com uma décima terceira temporada a caminho, a gente não duvida que ela vá conseguir tal feito logo, logo...

3. The Big Bang Theory



Quando estreou, a série pegou o início da popularização da cultura nerd e ganhou um grande público. A série conta a história de dois físicos que moram ao lado de uma garçonete gostosona e têm mais dois amigos tão nerds quanto eles. A atuação de Jim Parsons, o Sheldon, se destaca e ele foi nomeado a inúmeros prêmios pela série.

No entanto, a série também se desgastou com o tempo. Muitos afirmam que The Big Bang Theory é uma ofensa aos geeks e nerds de verdade, pelo fato de que o público está rindo deles e não com eles. Já outros querem colocar a série na lista de melhores comédias da TV. Vale do seu julgamento, mas uma coisa é verdade: ter uma décima temporada já é demais.

4. The Vampire Diaries



A série pegou carona no sucesso da saga Crepúsculo no final da década passada. Lançada em 2009, segue a vida da protagonista Elena Gilbert e seu triângulo amoroso com os irmãos vampiros Damon e Stefan Salvatore. Um conceito clichê que alcançou milhões de fãs ao redor do mundo.

Mas a série perdeu sua essência ao longo dos anos. Com a saída de Nina Dobrev, a situação piorou. Se a intérprete da personagem principal quer sair da sua série, talvez seja a hora de cancelá-la. O que não aconteceu. Após a saída de Nina, a série ainda teve mais uma temporada e já está renovada para um oitavo ano. E nós não vamos mencionar o fato de que Damon e Stefan deveriam ser adolescentes, mas Ian Somerhalder e Paul Wesley já estão na faixa dos 30 anos (Ian faz 38 em dezembro).

5. Once Upon A Time



Vamos admitir: a primeira temporada de Once Upon A Time é incrível. Henry Mills, filho adotivo de Regina Mills, a Rainha Má, sabe que todas as pessoas da cidade onde mora, Storybrooke, são personagens de conto de fadas e só uma pessoa pode salvá-los: sua mãe biológica, Emma Swan, filha da Branca de Neve com o Príncipe Encantado. Os episódios eram tão bem escritos que a gente ignorava a CGI mal-feita e curtia a série sem problemas. A relação entre os personagens e a ligação entre o reino do conto de fadas com o mundo real eram gostosas de se assistir.

A segunda temporada da série foi... legal. Houve furos na história que a gente podia ignorar. Na terceira temporada, as coisas desandaram de vez. Uma quantidade infinita de personagem de contos de fadas e novas animações da Disney deixaram a cabeça de todos confusa e ninguém conseguia mais acompanhar. Regina e Emma, na primeira temporada tão independentes, hoje em dia não conseguem viver sem seus interesses amorosos. A série ainda tem a chance de piorar, já que foi renovada para uma sexta temporada.

6. Arrow



Arrow foi a primeira série da DC em parceria com a CW. Lançada em 2012, conta a história de Oliver Queen, ricaço que naufragou em uma ilha por cinco anos até ser resgatado. Ao sair da ilha, era outra pessoa, com conhecimentos de arco e flecha, luta e uma sede de vingança. Com o dinheiro que tinha, resolveu virar o vigilante de Starling City, combatendo todos que ameaçavam sua amada cidade.

Até a segunda temporada, a série conseguiu manter sua qualidade e introduziu Barry Allen, que ganharia sua série solo dali um tempo. Então, perdeu o controle. Arrow se entregou ao fan-service e priorizou a felicidade de fãs de um certo casal ao invés da qualidade das histórias e suas personagens. A gota d'água foi a morte da Canário Negro, interpretada por Katie Cassidy, personagem importante nos quadrinhos do Green Arrow e que teve sua importância reduzida a nada até a matarem de uma maneira que beirou ao ridículo. A série já está renovada para a quinta temporada.

7. Teen Wolf



Quando começou, a série não chamou muita atenção. Ela é baseada no filme dos anos 80 estrelado por Micheal J. Fox (sim, o Marty McFly). Foi em 2012 que o mundo inexplicavelmente ouviu falar do lobisomem Scott McCall e seu grupo de amigos que combatiam criaturas malignas na cidade de Beacon Hills. A partir daí, série foi um sucesso de crítica e público, arrebatando fãs no mundo todo.

Mas, nem tudo são flores na vida. Após a terceira temporada, membros do cast começaram a sair a torto e a direita. Primeiro, foi a atriz Crystal Reed, que interpretava Allison Argent. Depois, Tyler Hoechlin, o Derek, se despediu. Mais recentemente, a atriz Arden Cho, a Kira, disse que não irá participar das próximas temporadas. Só nos resta saber quando que Jeff Davis, produtor executivo da série, irá entender a indireta e desistir. Por enquanto, ficamos com a série renovada para o seu sexto ano.

8. American Horror Story



A antologia criada por Ryan Murphy (Glee, Scream Queens) é revolucionária, isso ninguém pode negar. A primeira temporada estreou em 2011 e é situada numa casa assombrada. A segunda saiu em 2012 e se passa em um manicômio. Ambas são sucesso de crítica e público até hoje. Contudo, foi na terceira temporada que a antologia começou a perder seu brilho. Coven, subtítulo da terceira temporada, ainda foi interessante, apesar de algumas atuações fracas.

Freak Show, por outro lado, foi um fracasso. Nem as atuações das sensacionais Jessica Lange, Sarah Paulson (com duas cabeças!), Kathy Bates e Angela Bassett conseguiram segurar a trama fraca e cheia de furos. A quinta temporada, Hotel, teve a presença de Lady Gaga e lhe rendeu um Globo de Ouro por sua atuação, mas também não teve a genialidade das duas primeiras temporadas. Com uma sexta temporada confirmada, só nos resta esperar o que Ryan tem preparado para horrorizar sua audiência, seja com cenas chocantes ou um roteiro mal escrito.

9. Pretty Little Liars



A lista não estaria completa sem as mentirosas mais famosas da atualidade, certo? Quando começou, lá em 2010, a série estreou um conceito interessante na televisão: a perseguição maníaca feita através da tecnologia. É óbvio que a série atrairia uma legião de fãs adolescentes devido ao seu cast insuportavelmente bonito, histórias situadas no colegial e drama feito na medida certa para eles.

Mas, a perseguição logo desencantou. A busca para descobrir quem era -A (vilã da série) durou cinco longas temporadas de roteiros furados, atuações meia-boca e muita, mas muita enrolação. A série só voltou a ter seu brilho quando as garotas foram para a faculdade, porém logo caiu nos clichês de sempre. A produtora executiva da série, Marlene King, promete que a sétima temporada será a última e responderá todas as questões que ainda existem na série.

10. Bones



Mais uma série nascida no longínquo ano de 2005. Bones segue a vida da Dra. Temperance Brennan, que trabalha no FBI investigando assassinatos que envolvem os restos mortais da vítima, geralmente sendo ossos (daí o nome da série). Brennan trabalha com Seeley Both, outro agente que traz os restos para serem estudados.

Séries procedurais (ou seja, onde cada semana há um caso diferente) tem total direito de serem longas. Nós nos apegamos aos personagens ao longo do tempo e até passamos a resolver seus crimes. No caso de Bones não é diferente. Contudo, às vezes fica um tédio acompanhar a série todas as semanas. Ao contrário de outras séries da lista, Bones já tem o fim marcado: a décima segunda temporada deve ser a última e terá apenas 12 episódios.
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09 maio 2016

União de Diretores dos EUA elege os melhores filmes de todos os tempos. Veja a lista!

Por em 9.5.16


Comemorando o 80º aniversário, o Directors Guild of America, instituição que representa os diretores de obras audiovisuais do país, elegeu os filmes mais bem dirigidos de todos os tempos coroando "O Poderoso Chefão" de Francis Ford Copolla na primeira posição.

A eleição foi elaborada por mais de 2.189 membros da união. O filme mais recente a aparecer foi "Birdman" (2014) de Alejandro G. Iñárritu na 58º posição. Dos anos 2000, esteve "Avatar" de James Cameron, "A Hora Mais Escura" de Kathryn Bigelow e "Sangue Negro" de Paul Thomas Anderson.

A maioria dos filmes são dos anos 80 e Steven Spielberg e Stanley Kubrick são os diretores que mais apareceram no TOP 80, cada um com cinco filmes. Veja o TOP 20:

01. O Poderoso Chefão (1972)
02. Cidadão Kane (1941)
03. Lawrence da Arábia (1962)
04. 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968)
05. Casablanca (1942)
06. O Poderoso Chefão: Parte II (1974)
07. Apocalypse Now (1979)
08. A Lista de Schindler (1993)
09. E o vento levou... (1939)
10. Os Bons Companheiros (1990)
11. Chinatown (1974)
12. O Mágico de Oz (1939)
13. Touro Indomável (1980)
14. Tubarão (1975)
15. A Felicidade não se compra (1946)
16. Dr. Fantástico (1964)
17. Um Sonho de Liberdade (1994)
18. A Primeira Noite de um Homem (1967)
19. Guerra nas Estrelas (1977)
20. Blade Runner, o Caçador de Andróides (1982) 

E aí, já assistiu algum da lista?
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Há 10 anos, no auge do Orkut, esses álbuns eram lançados, vem sentir nessa nostalgia com a gente!

Por em 9.5.16

Foi em 2006 que o Orkut estava no auge e começou a liberar quem visualizou o seu perfil. High School Musical era a atração do momento, assim como Rebeldes no SBT. O Fotolog era o Instagram da época e todo mundo se comunicava pelo MSN.



Lembrando essas coisas, realmente dez anos atrás parece uma eternidade, mas vendo pelo lado musical, parece que foi ontem! Por isso, separamos uma lista com os dez álbuns pop que, por mais que a gente se recuse a acreditar, estão completando dez aninhos de lançamento!

Christina Aguilera – Back to Basics
Há dez anos, embalado pela persona Baby Jane, foi lançado o "Back to Basics" da Christina Aguilera. O vozeirão da cantora emplacou há dez anos um álbum cheio de hits como “Candyman”, “Hurt” e “Ain’t No Other Man”.




Nelly Furtado – Loose
Nelly Furtado teve o melhor momento de sua carreira há dez anos quando lançou o "Loose". Com uma total mudança na imagem e sonoridade, o álbum foi um sucesso na época, vendeu milhões de cópias ao redor do mundo, rendeu uma turnê mundial e vários hits. Certeza que todo mundo lembra de “Promiscous”, “Maneater” e “Say it Right”. Pura nostalgia!


Lily Allen – Alright, Still
Alguns artistas e bandas estavam aliados a redes sociais que estavam em alta no momento. Assim como Cansei de Ser Sexy deu os primeiros passos no Fotolog, foi no Myspace que a britânica Lily Allen surgiu. Ela lançou o “Alright, Still” e graças a músicas como “Smile” e “LDN”, teve sua carreira catapultada ao sucesso mundial.



Beyoncé – B’Day
“To the left, to the left...”. O "B’Day" foi o segundo álbum solo da Queen B e teve a responsabilidade de manter todo o hype que ela causou com o debut. E não fez feio! O álbum veio cheio de hits como "Irrepleaceable", "Deja Vu", "Upgrade U", além de "Beautiful Liar", dueto com Shakira


Fergie – The Dutchess
Teve "Fergalicious", "London Bridge", "Clumsy" e “Big Girls Don’t Cry”... Para um primeiro álbum solo, a vocalista do Black Eyed Peas fez bonito! Inclusive saudades Fergie, não é?


Justin Timberlake - FutureSex/LoveSounds
O segundo álbum do Justin Timberlake foi lançado no segundo semestre de 2006 e vendeu mais de 16 milhões de cópias. A ideia original seria um disco duplo, um com canções românticas e o outro com canções dançantes, mas de última hora a ideia foi descartada. De toda forma, “Sexyback” está completando dez anos, dá para acreditar?



Amy Winehouse – Back to Black
Um dos álbuns mais vendidos do mundo está completando dez anos também. "Back to Black" mostrou ao mundo o talento da britânica Amy Winehouse e conta com os melhores trabalhos da cantora como "Love is a Losing Game", "Tears Dry On Their Own" e "Rehab". Saudades, Amy! :(



P!nk - I'm Not Dead
Nesse ano quem também deu as cara, já com seu 4º álbum foi a cantora P!nk para dizer que não estava morta, 3 anos depois do lançamento do disco Try This. Com a icônica "Stupid Girls", a cantora voltou  na época toda cômica e descontraída, mostrando várias facetas de P!nk, sendo ainda agressiva com "U + Ur Hand", melancólica com "Who Knew" e ainda mais melancólica com "Nobody Knows". Só sucesso, não foi?



Taylor Swift - Taylor Swift
Os poucos que viram Taylor estreiar com seu álbum homônimo até gostaram, não se importaram, mas dificilmente aposatram que a cantora se tornaria a cantora que é hoje! Sem nenhum sucessor memorável, seu maior holofote só veio no segundo álbum Fearless, de 2008.


Ciara - Ciara: The Evolution
Mesmo com o sucesso "Goodies", gostoso, mas nada extraordinário, numa época onde o rap já soava cansado de tanta formula repetida que se ouvia, Ciara mostrou com música como "Like a Boy" e "Get Up", em parceria com Chamillionaire, por quê o nome do álbum era The Evolution.


Outros álbuns que também completam 10 anos, que parecem que foram ontem são o Ta-Dah do Scissor Sisters, Was Here da Kelis e Stading in the Way do Gossip! Quanta nostalgia junta, não? Já estamos reouvindo tudo no Spotify!

Será que esquecemos de algum?
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02 maio 2016

Site divulga os 10 melhores álbuns pop do século até o momento. Veja a lista!

Por em 2.5.16


O site britânico Digital Spy elaborou uma enquete para que os leitores elegessem os dez melhores álbuns do século 21 até o momento e a lista foi divulgada neste domingo (01).

Foram mais de 79.000 votos distribuídos originalmente para os 43 álbuns mais aclamados pelo público e crítica até formar o top 10. Sem muitas surpresas, a lista teve apenas uma presença masculina e nove álbuns de artistas femininas. Bateu a curiosidade? Veja a lista abaixo:

10. Taylor Swift – “1989
09. Kylie Minogue – “Fever
08. Adele – “21
07. Amy Winehouse – “Back to Black
06. Christina Aguilera – “Stripped
05. Katy Perry – “Teenage Dream
04. One Direction – “Take Me Home
03. Avril Lavigne – “Let Go
02. Lady Gaga – "The Fame
01. Britney Spears – “Oops!... I Did It Again!

E aí, concorda?
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31 dezembro 2015

Melhores do Ano Qual a Grande Ideia?: nossa última lista do ano com os melhores clipes de 2015!

Por em 31.12.15







Lista de vídeos pede vídeo e, mais uma vez, como nos anos anteriores, fizemos um super vídeo com nosso 30 selecionados como Melhores Clipes de 2015!

A decisão não foi fácil e vários clipes bem bacanas ficaram de fora da lista final, mas o resultado ficou bem interessante e dá pra matar um pouco da saudade que 2015 está deixando nessa retropectiva!

São só 6 minutinhos, então assiste aí:


E pra você que não tá com paciência, a lista completa:

1. Stromae - Quand C'est
2. M.I.A - Borders
3. David Bowie - Blackstar
4. Snoop Dogg - So Many Pros
5. FKA Twigs - M3LL155X
6. Naughty Boy - Runnin'
7. Alagoas - Ghosts
8. Baauer - Gogo!
9. Lights - Hurts
10. Kendrick Lamar - Alright
11. Run The Jewels - Close Your Eyes
12. Florence + The Machine - Delilah
13. Carnage - I Love Tuh
14. Macklemore & Ryan Lewis - Downtown
15. Panic! At The Disco - Empero's New Clothes
16. Madonna - Living For Love
17. Nao - Bad Blood
18. Grimes - Flesh Without Blood
19. Björk - Black Lake
20. Tame Impala - Let It Happen
21. Jack Ü - Where Are Ü Now
22. Rihanna - Bitch Better Have My Money
23. Drake - Hotline Bling
24. Anitta - Bang
25. The Weeknd - Can't Feel My Face
26. Breakbot - Get Lost
27. Tove Lo - Talkign Body
28. Disclosure - Magnets
29. Charli XCX - Famous
30. CL - Hello Bitches

E é isso, esperamos que tenham gostado de todas as nossas listas! Caso tenham perdido alguma, elas podem ser vistas clicando nas imagens abaixo:



E Feliz Ano Novo pra todos vocês! Qual a Grande Ideia? QAGI? www.qualagrandeideia.com www.qualagrande.blogspot.com.br

30 dezembro 2015

Segura nossa lista de Melhores Álbuns e EPs de 2015 do Qual a Grande Ideia?!

Por em 30.12.15

E hoje estamos divulgando umas de nossas listas preferidas de todas! A de Melhores Álbuns e EPs do ano!

É, 2015 começou tímido, mas, no final das contas, surpreendeu e bombardeou a gente com ótimos lançamentos em seu segundo semestre!

De aloprados sucessos como o 25, da Adele, à álbuns incríveis mas não tão famosos assim como o novo da Tove Styrke, o ano se mostrou plural e alinhou o mercado fonográfico pra 2016, que tende cada vez mais a mesclar gêneros e promete nos trazes novos sons e experiências!

Mas indo ao que importa: nossa lista!



1. KIDDO

Inspirada na icônica série de Quentin Tarantino, Kill Bill, Tove Styrke renovou seu estilo e começou a investir em uma especie de indie pop conceitual que faz jus a da faixa 1 a 13 a característica atmosfera dos filmes do aclamado diretor de Pulp Fiction.

O conceito é matador, a execução dele chega a perfeição e, nessa brincadeira, a despretensão do trabalho é empolgante. 

É pop chiclete, é pop descontraído, mas você consegue captar o quanto divertido deve ter sido produzir o trabalho.


2. HOW BIG, HOW BLUE, HOW BEAUTIFUL

Impossível não se deixar envolver pela Florence. Impossível dizer que o novo álbum dela é mais do mês e que o projeto já não mostra a mesma energia de anos atrás. Se esse for o caso o problema definitivamente está em você e não no MAGNÍFICO terceiro álbum de Florence.

O trabalho é arrojado, ousado e se arrisca graciosamente por arranjos e sonoridade nunca antes apostadas. O característico ainda aparece e emociona, afinal Florence explodiu nas graças de todos justamente por sua originalidade, mas isso continua, só que uma forma nova e igualmente intensa!


3. TO PIMP A BUTTERFLY

A gente ama quando um artista pega o óbvio e o transforma, leva para outro nível e foi exatamente isso que Kendrick Lamar fez em seu álbum To Pimp A Butterfly aonde, sob um clima pesado de tensão, botou o old school rap de volta as paradas de sucesso com músicas de tirar o fôlego e nos tirar de si!









4. BEUTY BEHIND THE MADNESS

The Weeknd lançou o mais redondo dos álbuns desse ano. Faixa após faixa o aclamado Beauty Behind The Madness surpreendia com faixas misteriosas, ruidas e de poder muito forte em nosso intrínseco.

Sem rodeios, interludes e algumas chatices que costumam rolar no meio rap, o cantor nos deu 14 ótimas e bem colocadas faixas que, mesmo peculiares, se jogadas no mundo seriam sucesso certo - como de fato forma todos os singles extraídos do disco.

É curioso e magnífico, até mágico, como o cantou conseguiu encantar a todos com um trabalho tão... esquisito.


5. SOUND & COLOR

O indie andava caído e o Alabama Shakes nos deu o ar de novidade que precisávamos para continuar respirando e com esperança em música nova e boa!

Já aclamado em seu primeiro álbum, de 2012, Boy & Girls, a aclamação veio mesmo com o novo e carregado Sound & Color que traz uma pegada agressiva e classuda em cada uma de suas 12 músicas.

Duvidamos nãos e deixar envolver ao ouvir esse álbum. E vale uma dica? Nos fones de ouvido é uma loucura ainda maior: viagem garantida.


6. ART ANGELS 

Grimes saiu da zona de conforta pra adentrar o mercado fonográfico de forma mais comercial e, adivinha? Se saiu tão bem quanto na época em que não precisava convencer ninguém de nada!

Pois é, mesmo não precisando convenceu, mas sem perder a pose.

Produziu um álbum pop de primeira, mas sem perder identidade e entregando seus singulares vocais em faixas animadas e de sintetização bem carregada!


7. CRY BABY

Ninguém desenvolveu em 2015 um conceito de álbum tão bem quanto Melanie Matinez.

Em um trabalho divertido e ao mesmo tempo sombrio sobre sua infância e traumas da mesma, o álbum de estreia da cantora mostrou muito do talento como compositora da cantora, que leva expressões ou palavras significativas em sua infância a letras que se juntaram incrível e harmonicamente com as faixas executadas no registro Cry Baby.



8. EVERY OPEN EYES

Logo mais abaixo comentamos que o Kate Boy segue os mesmos e interessantes passos do CHVRCHES rumo a alavancagem na carreira e o novo álbum do trio é justamente sobre isso: se superar.

Em seu primeiro trabalho, The Bone of What You Believe, o grupo apostou em uma sonoridade e ritmo, inigualavelmente originais e usaram dele até sua última gota de criatividade.

No novo álbum repetir o mesmo, por mais incrível que esse seja, não seria tão inteligente e, sem perder a identidade, o CHVRCHES se reinventou e nos deu um álbum tão carregado e caótico quanto o primeiro, só que um tanto mais maduro.


9. REBEL HEART

Bitch?! Ela é Madonna e, como Adele mesmo disse em certa entrevista, ninguém consegue ir além sempre, assim como Madonna faz e fez no último álbum.

Podem falar o que for, mas o Rebel Heart é sim um álbum incrível e Madonna, FINALMENTE, acordou. Agora segura se vai vir marimba (ou assim esperamos)!

O problemas das pessoas com a Madonna é que ela já fez tanta coisa foda que querem continuar vendo o impossível, um passo para o que elas mesma nem sabem o que é, mas esperam que Madge faça. Na boa? Bota o fone  e curte esse álbum calado, por que trabalho duro é trabalho duro e Madonna deu o seu melhor em seu 13º.


10. 25

Adele foi lá e destruiu, de novo. Com música profundas e que sabem exatamente como mexer com cada diferente pessoa de diferentes formas, a cantora não foi além do que produziu em 2011 com o álbum 21, mas, convenhamos, ele já era grandioso o bastante e a cantora manteve o nível.

Emocionante em 2011, o mesmo em 2015 e Adele com isso tudo apenas se consagrando um ícone, cada vez maior.



11. PEACE IS THE MISSION

Outro ótimo exemplo do ano de grupo/artista que apertava sempre a mesma tecla (do conforto) e produzia o que dava certo, problema é que a industria tá desgastada e as pessoas cansadas de mesmice.

Bem, Diplo renovou o grupo, botou outras cabeças pra pensar junto com ele e o resultado foi um álbum impactante e diverso, não só um marco para o Major Lazer, mas para  a industria fonográfica como um todo. Major Lazer lançando tendências since 2009 and couting...


12. BOMBAY CALLING

Por quê a gente vai contar... Uma musicista com talento  nascida lá na Índia e criada na noruega deve ter, no mínimo, muito o que mostrar pro mundo!

E Samsaya mostrou. Com um álbum energético e plural, cheio de experiencias muitíssimo bem sucedidas, a cantora misturou ritmos, gêneros, culturas e colocou no mundo álbum vivaz, dançante e que merecia muito mais destaque!




13. #1 

Desde o TropicalBacanal do Bonde do Rolê, de 2012, que a música alternativa do Brasil (e o mundo, pois tá todo mundo de olho na música daqui) não recebia algo tão marcante - e dessa vez não só em experiencias e sonoridade, mas em conteúdo em geral.

Em sua mistura audaciosa, Jaloo fala sobre a vida urbana, amores, dores e realidade paralelas que nos fazem viagem na música indígena, do Pará e do Brasil, como um todo.

O álbum é plural, variado e multifacetado, é uma confusão intrigante e muitíssimo acolhedora.


14. ONE 

O Kate Boy, como já falamos inúmeras vezes durante o ano aqui, criou seu próprio estilo e abusa dele sem dó! Esse talvez seja o único defeito do grupo até então, agindo quase como o CHVRCHES em seu primeiro álbum, em demasiada repetição de arranjos, efeitos e sonoridade, faixa após faixa.

Para sorte do grupo, bem, ele tem talento e o som criado por eles é tão incrível que dá muita vontade de ficar horas ouvindo o álbum One ininterruptamente, já que ele é quase inteiramente idêntico.

Problema vai ser se isso continuar nos álbuns futuros. Achamos que não dá pra se sustentar, assim o CHVRCHES percebeu e inovou. Vamos aguardar, mas a esperança é de que venha muita coisa boas dos lindos plea frente!


15. INJI 

Conhecer o LA Priest e com isso o Inji em 2015 foi um dos melhores momentos da música. 

Em suas músicas calmas, mas alucinantes, LA Priest transmite uma sensação de paz e que parece vir de outra dimensão.

O som é diferente, original, retrô e muito bem apurado. Tão orgânico que parece ter sido gravado numa floresta, no meio de um deserto, em alto mar, talvez?


E nossa lista continua com mais 20 seleções:

16. Vanbot - Perfect Storm
17. Tame Impala - Currents
18. Kwabs - Love + War
19. Drake - If You're Reading This It's Too Late
20. Miguel - Wildheart
21. Marina and The Diamonds - Froot
22. Shamir - Ratchet
23. Jack Ü - Skrillex and Diplo Presents Jack Ü
24. Bleachers — Terrible Thrills, Vol. 2
25. Little Boots - Working Girl
26. Carly Rae Jepsen - E•MO•TION
27. Gabrielle Aplin - Light Up The Dark
28. Frankmusik - For You
29. Jamie XX - In Colour
30. Björk - Vulnicura
31. Jess Glynne - I Cry When I Laugh
32. MIKA - No Place In Heaven
33. Lana Del Rey - Honeymoon
34. Selena Gomez - Revival
35. Demi Lovato - Confident



Entre os melhores EPS de 2015 tivemos promessas para 2016, debuts e veteranos detonando em seu melhor estilo e jeito de fazer música. De FKA TwigsBonnie McKee, essa foi nossa filtragem final:



1. FKA Twigs - M3LL155X
2. Allie X - collXtion I
3. NAO - February 15
4. Troye Sivan - WILD
5. DNCE - SWAAY
6. Noonie Bao - Noonia
7. Billie Black - Teach Me
8. MNEK - Small Talk
9. KUČKA - Unconditional
10. Bonnie McKee - Bombastic

Curtiram? Pois continua ligado que amanhã (31) nossa última lista, de Melhores Clipes do Ano, será revelada!
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WEEK TOP POST!

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