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30 dezembro 2015

Segura nossa lista de Melhores Álbuns e EPs de 2015 do Qual a Grande Ideia?!


E hoje estamos divulgando umas de nossas listas preferidas de todas! A de Melhores Álbuns e EPs do ano!

É, 2015 começou tímido, mas, no final das contas, surpreendeu e bombardeou a gente com ótimos lançamentos em seu segundo semestre!

De aloprados sucessos como o 25, da Adele, à álbuns incríveis mas não tão famosos assim como o novo da Tove Styrke, o ano se mostrou plural e alinhou o mercado fonográfico pra 2016, que tende cada vez mais a mesclar gêneros e promete nos trazes novos sons e experiências!

Mas indo ao que importa: nossa lista!



1. KIDDO

Inspirada na icônica série de Quentin Tarantino, Kill Bill, Tove Styrke renovou seu estilo e começou a investir em uma especie de indie pop conceitual que faz jus a da faixa 1 a 13 a característica atmosfera dos filmes do aclamado diretor de Pulp Fiction.

O conceito é matador, a execução dele chega a perfeição e, nessa brincadeira, a despretensão do trabalho é empolgante. 

É pop chiclete, é pop descontraído, mas você consegue captar o quanto divertido deve ter sido produzir o trabalho.


2. HOW BIG, HOW BLUE, HOW BEAUTIFUL

Impossível não se deixar envolver pela Florence. Impossível dizer que o novo álbum dela é mais do mês e que o projeto já não mostra a mesma energia de anos atrás. Se esse for o caso o problema definitivamente está em você e não no MAGNÍFICO terceiro álbum de Florence.

O trabalho é arrojado, ousado e se arrisca graciosamente por arranjos e sonoridade nunca antes apostadas. O característico ainda aparece e emociona, afinal Florence explodiu nas graças de todos justamente por sua originalidade, mas isso continua, só que uma forma nova e igualmente intensa!


3. TO PIMP A BUTTERFLY

A gente ama quando um artista pega o óbvio e o transforma, leva para outro nível e foi exatamente isso que Kendrick Lamar fez em seu álbum To Pimp A Butterfly aonde, sob um clima pesado de tensão, botou o old school rap de volta as paradas de sucesso com músicas de tirar o fôlego e nos tirar de si!









4. BEUTY BEHIND THE MADNESS

The Weeknd lançou o mais redondo dos álbuns desse ano. Faixa após faixa o aclamado Beauty Behind The Madness surpreendia com faixas misteriosas, ruidas e de poder muito forte em nosso intrínseco.

Sem rodeios, interludes e algumas chatices que costumam rolar no meio rap, o cantor nos deu 14 ótimas e bem colocadas faixas que, mesmo peculiares, se jogadas no mundo seriam sucesso certo - como de fato forma todos os singles extraídos do disco.

É curioso e magnífico, até mágico, como o cantou conseguiu encantar a todos com um trabalho tão... esquisito.


5. SOUND & COLOR

O indie andava caído e o Alabama Shakes nos deu o ar de novidade que precisávamos para continuar respirando e com esperança em música nova e boa!

Já aclamado em seu primeiro álbum, de 2012, Boy & Girls, a aclamação veio mesmo com o novo e carregado Sound & Color que traz uma pegada agressiva e classuda em cada uma de suas 12 músicas.

Duvidamos nãos e deixar envolver ao ouvir esse álbum. E vale uma dica? Nos fones de ouvido é uma loucura ainda maior: viagem garantida.


6. ART ANGELS 

Grimes saiu da zona de conforta pra adentrar o mercado fonográfico de forma mais comercial e, adivinha? Se saiu tão bem quanto na época em que não precisava convencer ninguém de nada!

Pois é, mesmo não precisando convenceu, mas sem perder a pose.

Produziu um álbum pop de primeira, mas sem perder identidade e entregando seus singulares vocais em faixas animadas e de sintetização bem carregada!


7. CRY BABY

Ninguém desenvolveu em 2015 um conceito de álbum tão bem quanto Melanie Matinez.

Em um trabalho divertido e ao mesmo tempo sombrio sobre sua infância e traumas da mesma, o álbum de estreia da cantora mostrou muito do talento como compositora da cantora, que leva expressões ou palavras significativas em sua infância a letras que se juntaram incrível e harmonicamente com as faixas executadas no registro Cry Baby.



8. EVERY OPEN EYES

Logo mais abaixo comentamos que o Kate Boy segue os mesmos e interessantes passos do CHVRCHES rumo a alavancagem na carreira e o novo álbum do trio é justamente sobre isso: se superar.

Em seu primeiro trabalho, The Bone of What You Believe, o grupo apostou em uma sonoridade e ritmo, inigualavelmente originais e usaram dele até sua última gota de criatividade.

No novo álbum repetir o mesmo, por mais incrível que esse seja, não seria tão inteligente e, sem perder a identidade, o CHVRCHES se reinventou e nos deu um álbum tão carregado e caótico quanto o primeiro, só que um tanto mais maduro.


9. REBEL HEART

Bitch?! Ela é Madonna e, como Adele mesmo disse em certa entrevista, ninguém consegue ir além sempre, assim como Madonna faz e fez no último álbum.

Podem falar o que for, mas o Rebel Heart é sim um álbum incrível e Madonna, FINALMENTE, acordou. Agora segura se vai vir marimba (ou assim esperamos)!

O problemas das pessoas com a Madonna é que ela já fez tanta coisa foda que querem continuar vendo o impossível, um passo para o que elas mesma nem sabem o que é, mas esperam que Madge faça. Na boa? Bota o fone  e curte esse álbum calado, por que trabalho duro é trabalho duro e Madonna deu o seu melhor em seu 13º.


10. 25

Adele foi lá e destruiu, de novo. Com música profundas e que sabem exatamente como mexer com cada diferente pessoa de diferentes formas, a cantora não foi além do que produziu em 2011 com o álbum 21, mas, convenhamos, ele já era grandioso o bastante e a cantora manteve o nível.

Emocionante em 2011, o mesmo em 2015 e Adele com isso tudo apenas se consagrando um ícone, cada vez maior.



11. PEACE IS THE MISSION

Outro ótimo exemplo do ano de grupo/artista que apertava sempre a mesma tecla (do conforto) e produzia o que dava certo, problema é que a industria tá desgastada e as pessoas cansadas de mesmice.

Bem, Diplo renovou o grupo, botou outras cabeças pra pensar junto com ele e o resultado foi um álbum impactante e diverso, não só um marco para o Major Lazer, mas para  a industria fonográfica como um todo. Major Lazer lançando tendências since 2009 and couting...


12. BOMBAY CALLING

Por quê a gente vai contar... Uma musicista com talento  nascida lá na Índia e criada na noruega deve ter, no mínimo, muito o que mostrar pro mundo!

E Samsaya mostrou. Com um álbum energético e plural, cheio de experiencias muitíssimo bem sucedidas, a cantora misturou ritmos, gêneros, culturas e colocou no mundo álbum vivaz, dançante e que merecia muito mais destaque!




13. #1 

Desde o TropicalBacanal do Bonde do Rolê, de 2012, que a música alternativa do Brasil (e o mundo, pois tá todo mundo de olho na música daqui) não recebia algo tão marcante - e dessa vez não só em experiencias e sonoridade, mas em conteúdo em geral.

Em sua mistura audaciosa, Jaloo fala sobre a vida urbana, amores, dores e realidade paralelas que nos fazem viagem na música indígena, do Pará e do Brasil, como um todo.

O álbum é plural, variado e multifacetado, é uma confusão intrigante e muitíssimo acolhedora.


14. ONE 

O Kate Boy, como já falamos inúmeras vezes durante o ano aqui, criou seu próprio estilo e abusa dele sem dó! Esse talvez seja o único defeito do grupo até então, agindo quase como o CHVRCHES em seu primeiro álbum, em demasiada repetição de arranjos, efeitos e sonoridade, faixa após faixa.

Para sorte do grupo, bem, ele tem talento e o som criado por eles é tão incrível que dá muita vontade de ficar horas ouvindo o álbum One ininterruptamente, já que ele é quase inteiramente idêntico.

Problema vai ser se isso continuar nos álbuns futuros. Achamos que não dá pra se sustentar, assim o CHVRCHES percebeu e inovou. Vamos aguardar, mas a esperança é de que venha muita coisa boas dos lindos plea frente!


15. INJI 

Conhecer o LA Priest e com isso o Inji em 2015 foi um dos melhores momentos da música. 

Em suas músicas calmas, mas alucinantes, LA Priest transmite uma sensação de paz e que parece vir de outra dimensão.

O som é diferente, original, retrô e muito bem apurado. Tão orgânico que parece ter sido gravado numa floresta, no meio de um deserto, em alto mar, talvez?


E nossa lista continua com mais 20 seleções:

16. Vanbot - Perfect Storm
17. Tame Impala - Currents
18. Kwabs - Love + War
19. Drake - If You're Reading This It's Too Late
20. Miguel - Wildheart
21. Marina and The Diamonds - Froot
22. Shamir - Ratchet
23. Jack Ü - Skrillex and Diplo Presents Jack Ü
24. Bleachers — Terrible Thrills, Vol. 2
25. Little Boots - Working Girl
26. Carly Rae Jepsen - E•MO•TION
27. Gabrielle Aplin - Light Up The Dark
28. Frankmusik - For You
29. Jamie XX - In Colour
30. Björk - Vulnicura
31. Jess Glynne - I Cry When I Laugh
32. MIKA - No Place In Heaven
33. Lana Del Rey - Honeymoon
34. Selena Gomez - Revival
35. Demi Lovato - Confident



Entre os melhores EPS de 2015 tivemos promessas para 2016, debuts e veteranos detonando em seu melhor estilo e jeito de fazer música. De FKA TwigsBonnie McKee, essa foi nossa filtragem final:



1. FKA Twigs - M3LL155X
2. Allie X - collXtion I
3. NAO - February 15
4. Troye Sivan - WILD
5. DNCE - SWAAY
6. Noonie Bao - Noonia
7. Billie Black - Teach Me
8. MNEK - Small Talk
9. KUČKA - Unconditional
10. Bonnie McKee - Bombastic

Curtiram? Pois continua ligado que amanhã (31) nossa última lista, de Melhores Clipes do Ano, será revelada!
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