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15 setembro 2012

Reviews: a origem e a verdade sobre o amor com Mika e P!nk!

Dois cantores que amo e que deixei de lado pelo sumiço retornaram com tudo em seus álbuns coincidentemente inspirados pelo amor.  A semana que acaba hoje, 15, foi recheada de vazamentos. The Killers, Carly Rae Jepsen, Dragonette, Kraeyshawn... Bem, semana abençoada. Mas de tudo que apareceu, por, talvez, ser fã dos dois (Mika e P!nk) The Origin Of Love e The Truth About Love foram os que mais amei, viciei e favoritei para a vida. Por isso, vou fazer um pequeno review para cada um. Dessa forma, nada mais sensato do que começar pela origem e depois contar as verdades sobre a criação: The Love.


E como valeu a pena esperar pelo terceiro e melhor álbum de Mika (definitivamente). Em evolução gradativa Mika se encontra no novo trabalho com composições fofas e incríveis como as dos dois primeiros álbuns, mas em melodias mais ousadas, que, ainda assim, cheias  essência do cantor. Essa não se foi, mas em The Origin Of Love Mika manda até um rap!


O álbum começa, como não podia deixar de ser, e assim como fiz com a organização desse post, com "Origin Of Love", mais uma de suas faixas que não se destacam sobre as outras, mas são peculiarmente incríveis, como "Grace Kelly" e "We Are Golden"! Tem até, enrustida na fofura da música, uma sombria oração católica. (MEDO)



O álbum segue com "Lola", na mesma vibe parisiense, fina e pseudo-vintage da faixa de abertura."Stardust" dá continuidade com uma balada ótima e com uma sensação de déjà vu do tipo "tenho certeza que já ouvi isso pelo próprio Mika antes", isso por que a música é muito "Mika"! "Make You Happy" balanceia o álbum até então e com seu começo róbotico, lento e agradável se desenvolve em mais uma balada que abre outra parte do álbum, na minha visão.



"Underwater" é o começo dessa nova parte. Impactante, a música é uma das poucas lentas do álbum, que é bem animado em sua maior parte. Mika deixou o seu lado instrumental e romantico muito presente nos álbuns anteriores e, mesmo tratando sobre o amor, explica-o de forma alegre. Essa faixa lembrou logo no seu inicio "Someone Like You" e durante seu desenvolvimento "Apologize". Simples, aparentemente cheia de efeitos eletrônicos, magnífica. E o melhor de tudo, forma um par incrível com a próxima faixa: "Overrated", electro-pop crucial na formação da deliciosíssima atmosfera electro-romântica do álbum, Mika mostra todo seu potencial vocal na faixa.

"Kids" é a abertura da terceira parte do álbum e é uma das mais ousadas e fantásticas de todas. Num estilo nunca visto antes pelo cantor, a música se assemelha ao que o Two Door Cinema Club produz e é incrivelmente tocante. "Love You When I'm Drunk", uma delícia, um tesão, uma das mais fantásticas composições e melodias da discografia de Mika continuão o álbum. A faixa é como "Touches You" e "Big Girl (Your Are Beautiful)". Logo depois: "Step With Me". 1, 2, 3... morrendo do coração com tanta fofura! Mika faz um break necessário com essa faixa, mas não deixa a bola cair e fecha, com chave de ouro e amor, essa parte do álbum.

"Popular Song" é o tal rap, um rap que, claro, não tem nada a ver com hip hop e, a maneira Mika de fazer as coisas, me conquistou fácil, já que não é todo dia que se vê Mika & Rap. A faixa é a introdutória da última e mais animada parte do trabalho. Continua com a versão em inglês de "Elle Me Dit" e por isso, sem comentários, "Emily" faixa fala por sí só. Muitos reclamara a original como melhor, mas curtir a forma como a versão em inglês foi adaptada e cantada.

Depois "Heroes", que pra mim é um erro, pois conjunto melhor que o de "Popular Song", "Emily" e "Celebrate" não podia existir. "Heroes" se encaixa na última parte do álbum, mas seria melhor que não, quebrou total o clima. Ficaria melhor fechando o álbum. Mas, como não fecha, a função cabe a "Celebrate" e, celebrando, você deixa o álbum repetindo mais meio milhão de vezes multiplicado ao infinito.




Já P!nk? Tem pra todo gosto no The Truth About Love! O sexto álbum de estúdio da cantora começa surpreendendo com um hino de auto-aceitação quase metálico e... simplesmente fantástico!



Depois da abertura fodástica e histórica (o exagero é aceitável.), vem o "carro-chefe", "Blow Me (One Last Kiss)", explosivo como propõe seu título e com algumas partes de seu sample circense quase como uma homenagem ao Funhouse, 5º álbum de estúdio da cantora.



Então "Try" que é super "P!nk", anos 90, impactante e, creio, uma das mais adoradas, comentadas e favoritadas do álbum, tem introdução melosa, refrão forte e apelativo e, com essa formula e ajuda da sempre incrível divulgação da marca P!nk, tudo pra explodir nos topos das paradas! "Try" não vai ter que tentar o sucesso, pois já o tem!



Uma coisa Fun.tástica? (Desculpa, eu precisava desse trocadilho ruim, rs) "Just Give Me a Reason" com participação Nate Ruess, vocalista do Fun, é uma delas. Aberta a piano a música é uma forte candidata a futuro single e, com a singularidade significativa da voz de Nate, já é uma das preferidas do novo trabalho de P!nk.



Sucedendo-a outra música que pode, com certeza de sucesso, virar single. Aliás, qual não? O álbum é em sua maioria com pontos altos e "True Love", com a participação de Lily Allen (infleizmente dispensável), é um ponto altíssimo.



Daí, pra quebrar o clima meloso do começo do álbum... "How Come You're Not Here?", rock brincalhão como P!nk sabe fazer tão bem! Mas, ainda melhor que ela, é o que vem depois: a melhor faixa do álbum para mim: "Slut Like You", outro fantástico pop-rock que me lembra outro sucesso de P!nk, "Trouble", pelo desespero de botar tudo pra se quebrar no refrão grudento e frenético!



"The Truth About Love" dá continuidade. A faixa-título com sua melodia e letra descompromissada lembra canções das décadas do começo do século XX com pitadas do que a tecnologia e sociedade da época ainda não permitiam. A música representa bem a heterogenia do álbum e a atual fase da cantora. E por falar em fase... Música lentas, que mesmo por não me agradarem, pela P!nk sempre conseguiram, sempre estiveram presentes nos álbuns da cantora, não importando quanto alegres e pra cima eles fossem. "Beam Me Up" é uma das duas do The Truth About Love, mas se encaixa perfeitamente no álbum e, claro, é uma delícia.

Dessa forma, depois da calmaria: a put*r&a! "Walk Of Shame", faixa número 10, é uma das minhas preferidas e lembra, com toda sua explosão, a época doidinha I'm Not Dead da cantora.



Eminem é a última participação do álbum e, se o fechássemos em uma categoria com as 3 nele presentes, essa daqui seria escolhida a melhor. Todas as músicas foram criadas pensando nas participações, encaixando-as perfeitamente com a melodia. É incrível como "True Love" e "Just Give Me a Reason" parecem músicas de Lily Allen e do Fun. quando as vozes deles aparecem ("e que óbvia é a sua observação, blogueiro."). Mas é justamente disso que falo, a atmosfera das canções lembram suas participações desde o começo e com "Here Comes The Weekends" essa percepção se faz muito forte. Trocando favores por "Won't Back Down", quem não consegue ver essa faixa no Recovery?



Bom, depois disso, o álbum meio que falece. "Where Did the Beat Go?" não é ruim, até me lembra  a sonoridade de "Most Girls" (uma das minhas preferidas da P!nk), mas, logo eu que adoro um batidão, cansei de tanto boom boom. Mas também é preciso admitir que a faixa tem sua (grande) importância na composição do álbum, seria um ótimo desfecho. O mesmo posso dizer de "The Great Escape", que mais instrumental que todas as outras, talvez não mais que "Beam Me Up", me deixa a duvida de se não ficaria melhor ao lado dessa, formando um duplo break de músicas lentas para nos acalmar depois de faixas tão agitadas.

Sem mais (pois o post ficou maior do que eu esperava), e até por que não é necessário, apenas isso: P!nk, que álbum perfeito é esse!?

Plus do : tem o show completo que a cantora fez no iTunes Festival com sucessos passado e canções do novo álbum, tá valendo a pena conferir:

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