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25 setembro 2011

[REVIEW] Do It I The AM / Cinderella's Eyes


Eu tinha planos melhores pra dois álbum que vazaram recentemente. Mas eles varam tão perto um do outro que não vai dar pra fazer com eles o que fiz com, os também recentemente vazados, The Night The Sun Came Up da Dev e o Unbroken da Demi Lovato.

Fazer 2 reviews faixa a faixa pra dois álbuns tão esperados e complexos que nem esses não rola. Então vou juntar os 2 aqui e falar por cima. Uma visão geral, os erros, os acertos e as melhores faixas! Nunca tive que confrontar um homem e uma mulher aqui no blog, mas tudo tem uma primeira, então vamos começar pelas moças!


Vocês vão me desculpar, mas vou repetir o clichê! As inimigas e antigas amigas de trabalho da Nicola Roberts, que sempre olharam a "Cinderela" de cima, agora tão tudo chupando o dedo, morrendo de inveja, afinal ela achou "o principe" dela e tá fazendo um sucesso do caralho! E tipo, "Antigas amigas de trabalho" mesmo, porque esse álbum é pra fazer carreira solo sem lembrar de girlband nenhuma.

O debut da cantora inglesa, Nicola Roberts, é digno de um retorno, do tipo Britney Spears quando lançou o Blackout. Seu primeiro single, "Beat Of My Drum", era incrível, mas suava batido por causa do uso do sample de uma das música do duo dos seus produtores Switch e Diplo, que já haviam saturado "Pon De Floor" em outras 2 músicas. Até que o clipe foi lançado e Nicola mostrou a estética do trabalho e, principalmente, da sua nova fase. Linda! A cantora já lançou 2 singles do seu primeiro álbum e o segundo, "Lucky Day", não deu tão certo assim (que ironia, né?!).

O trabalho é ousado, novo e conquistador. As 6 primeira faixas, que acabam em "I", são todas bem diferente umas das outras, a atmosfera é estranha, e não possível encontrar ligação nenhuma entre elas, mas é uma harmonia tão encantadora... É bem "os opostos se atraem", parece um conto de fadas. Não é como um bando de música juntas, é lindo. Logo depois dessas 6 vem um casal perfeito namorar nos nossos ouvidos. "Everybody's Got to Learn Sometimes" e "Say It Out Loud" se completam e abrem caminho pra "Gladiator", uma delícia que lembra as épocas doces de Ashlee Simpson com pitadas dos anos 80 e arranjos macabros incríveis. Essa faixa abre o fim do álbum com outras 3 músicas bem diferentes que funcionam perfeitamente juntas, como na primeira parte do álbum. Álbum lindo. Conjunto perfeito dividido em 4 partes incrivelmente bem montadas, pra ficar babando insucedidas horas!


Finalmente a espera de mais de 2 anos acabou, tai Frankmusik jorrando música na nossa cara. Não é fácil de engolir e muito menos agrada a todos os paladares, não serviria pro churrasco, onde geralmente a farofa é usada, mas a mistura tá uma delícia!

Pra mim Vicent criou um estilo bem característico de música, que muitos consideraram um novo estilo musical, com o Complete Me, de 2009. Sendo assim, para os fãs que so gostavam do Frank por causa do antigo estilo de fazer música... Um susto e um pouco decepção. Algumas faixas, como "Footsteps" (a melhor, diga-se de passagem), lembram o antigo modo de fazer música do cantor, mas a maioria faz uma nova linha bem bacana, moderna e povão. O que definitivamente não vai agradar aos antigos adeptos de "Frankmusik", mas muitos novos fãs vão aparecer com as varias participações e rumo mainstream que tudo tomou.

Tudo começa com "We Colide", essa é bem interessante. A música começa de um jeito, dá uma assustada, depois muda e fica martelando ate que muda drasticamente e assim ela vai, chocando a gente, sem se decidir. Depois tem as 3 participações, os dois "No" e a faixa-título (que não entendo o porque virou faixa título). "No I.D.", "Do It In The AM" e "No Champgne" se dão muito bem entre si e com a próxima, "Footsteps". "The Fear Inside", primeiro single do trabalho, dá um "oi!" e o resto do álbum é só novidade. Nenhuma das seguintes músicas tinham vazado antes e nenhuma delas é realmente surpreendente.

O conjunto funciona, todas as faixas são bem resolvidas, contagiantes, dá pra se ouvir do começo ao fim, mas não sei explicar. É tudo muito bom, muito gostoso, porém não me causou um pingo e euforia. Vai ver que essa era a intensão (?). Pelos menos em uma coisa o Do It In The AM é melhor que o Complete Me, as faixas lentas não existe, mas ainda assim o debut do cantor consegue com apenas 4 faixas ser mais impactante, superior.


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2 comentários:

  1. Nicola é linda, o álbum é otimo, e talento tem de sobra.

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  2. Eu não conhecia o Frankmusik, e soube de sua existência depois que vi o nome dele como um dos produtores do novo álbum do Joe Jonas. Resolvi baixar o álbum e ADOREI. É PERFEITO. Ouço do inicio ao fim sempre e fiquei besta de como cada faixa é incrivel.

    E a Nicola é sem comentários neh! Esse estilo dela caiu como uma luva. As músicas são lindas tbm. Duas ótimas surpresas pra mim esse ano.

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